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Mídia: Japão planeja converter porta-helicópteros em porta-aviões

© AFP 2021 / Toru YamanakaIzumo, destróier porta-helicópteros japonês (arquivo)
Izumo, destróier porta-helicópteros japonês (arquivo) - Sputnik Brasil
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A ideia do governo japonês é converter seus navios porta-helicópteros de assalto em porta-aviões sob pretexto do aumento da atividade militar da China na região marítima próxima, informou a agência de notícias Kyodo nesta terça-feira (11).

Segundo a agência, o plano apresentado pelo governo foi aprovado pela coalizão governista do Partido Liberal Democrático (LDP) e pelo partido Komeito. Ele determina "usar, se necessário, caças em navios de guerra existentes".

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Em particular, o governo pretende remodelar o porta-helicópteros Izumo para ampliar a capacidade de combate do país no oceano Pacífico.

A agência observa que os planos das autoridades de Tóquio podem causar críticas dirigidas ao Japão, cuja constituição proíbe a posse de armas ofensivas, mas o LDP e o partido Komeito concordaram em formular uma declaração em como o navio modernizado Izumo não excede os limites da política do país orientada para a defesa.

O fato é que as aeronaves não ficarão permanentemente a bordo do Izumo. Trata-se dos caças furtivos F-35B de pouso e decolagem verticais que o Japão planeja comprar nos EUA nos próximos cinco anos.

Os destróieres porta-helicópteros da classe Izumo, com deslocamento de 19,5 mil toneladas, são os maiores do Japão e podem levar 14 helicópteros cada.

Há um ano, o Japão declarou que não tinha planos de construir porta-aviões ou de reequipar o porta-helicópteros Izumo.

No final do verão, o Ministério da Defesa do Japão disse que a China estava realizando um aumento da capacidade militar em grande escala, expandindo a zona de operações das suas Forças Armadas no mar e no ar, particularmente no mar da China Oriental e no mar do Sul da China. Por sua vez, o Ministério das Relações Exteriores chinês considerou as declarações do Japão sobre o desenvolvimento normal da defesa da República Popular da China e suas atividades militares como absolutamente infundadas e irresponsáveis.

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