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Bolsonaro não vai prorrogar decreto de intervenção no Rio de Janeiro

© AP Photo / Leo CorreaSoldados patrulham favela do Chapéu da Mangueira, no Rio de Janeiro em 21 de junho de 2018. Quase 2 mil soldados foram empregados em uma operação surpresa do local, como parte da Intervenção Federal.
Soldados patrulham favela do Chapéu da Mangueira, no Rio de Janeiro em 21 de junho de 2018. Quase 2 mil soldados foram empregados em uma operação surpresa do local, como parte da Intervenção Federal. - Sputnik Brasil
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O presidente eleito Jair Bolsonaro disse nesta sexta-feira (30) que não vai prorrogar a intervenção federal no Rio de Janeiro. "Eu assumindo, não a prorrogarei", enfatizou após participar da formatura de sargentos da Aeronáutica em Guaratinguetá, interior paulista.

Bolsonaro disse que só permitirá que forças federais continuem a atuar na segurança pública se houver garantias que esses agentes não sejam processados por mortes em ações.

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Conforme o decreto em vigor, a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro deverá se encerrar em dezembro. Uma eventual prorrogação dependeria de um novo decreto a ser assinado por Bolsonaro após sua posse.

"Eu quero uma retaguarda jurídica para as pessoas que fazem a segurança em nosso Brasil. Não posso admitir que os integrantes das Forças Armadas, da Polícia Federal, depois do cumprimento da missão respondam a um processo", acrescentou ao dizer que só dará suporte federal dentro da previsão da Garantia da Lei e da Ordem com apreciação do Congresso Nacional.

Mais tarde, em uma entrevista a emissoras católicas na sede de Canção Nova, Bolsonaro detalhou o que pensa sobre o assunto. As informações foram publicadas pela Agência Brasil.

"O que é a retaguarda jurídica? É a certeza que o homem que tem uma arma à sua disposição, caso seja obrigado a utilizá-la, no final da missão ele tenha a paz e a tranquilidade que não será submetido a uma auditoria ou tribunal do juri", disse ao ser perguntado sobre o tema.

O presidente eleito destacou que a segurança será um dos temas caros ao seu governo. "A segurança indo bem, o Brasil vai bem nos demais setores: economia, turismo, entre outros. E o que nós temos que fazer é uma legislação que iniba realmente as pessoas de cometer crime", acrescentou.

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