Equipes médicas atenderam 73 civis após ataque com cloro em Aleppo

© AP Photo / Edlib Media CenterVítima de um ataque suspeito com armas químicas enquanto recebe tratamento em um hospital na cidade de Khan Shaykhun, na província de Idlib, na Síria
Vítima de um ataque suspeito com armas químicas enquanto recebe tratamento em um hospital na cidade de Khan Shaykhun, na província de Idlib, na Síria - Sputnik Brasil
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Médicos atenderam 73 civis, incluindo quatro crianças, após o ataque de terroristas com bombas de cloro na cidade síria de Aleppo, disse representante do departamento de emergência de um hospital em Aleppo, Shervan Sheho, aos jornalistas neste domingo.

"Segundo dados atualizados, 73 civis, incluindo quatro crianças, receberam ajuda médica após ataque de Aleppo. Todas as pessoas hospitalizadas têm dificuldade para respirar e seus olhos estavam lacrimejando. Na medicina, isso é chamado de alergia a gás", disse Sheho.

Uma das testemunhas oculares do ataque, Ahmet Mohammed, disse a repórteres que as vítimas não sentiram os primeiros sinais de envenenamento.

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"Meu irmão estava em casa, ele ouviu que as bombas estavam caindo, mas ele achava que nada de terrível tinha acontecido. No entanto, depois de duas horas sua condição piorou, ficou difícil para ele respirar, a ambulância levou ele para um hospital", disse Mohammed.

Moradora da Nile Street, em Aleppo, Galia Ali, disse que recebeu o primeiro socorro no hospital, e somente depois conseguiu voltar para casa.

"Mas a condição de minha filha piorou e minha família a levou para o hospital", acrescentou a mulher.

No sábado, militantes de grupos terroristas dispararam bombas, supostamente com cloro, nos bairros de al-Khalidiye e Al Zahraa, bem como na Nile Street. As pessoas foram hospitalizadas com asfixia e outros sintomas típicos de envenenamento.

O porta-voz do Ministério da Defesa russo disse a repórteres no domingo que uma equipe especial do exército chegou a Aleppo para "trabalhar com os feridos levados a instituições médicas, monitorar a situação na área onde os militantes usavam substâncias venenosas".

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