Senadores dos EUA exigiram investigação de direitos humanos sobre príncipe saudita

© AP Photo / J. Scott ApplewhiteSenado dos EUA em Washington
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Os líderes do Comitê de Relações Exteriores do Senado dos EUA exigiram nesta terça-feira (20) que o governo Trump investigue se o príncipe saudita Mohammed bin Salman foi responsável pelo assassinato do jornalista Jamal Khashoggi no mês passado.

O senador republicano Bob Corker e o senador democrata Bob Menendez enviaram uma carta ao presidente Donald Trump, acionando uma dispositivo da Lei Magnitsky de Responsabilidade dos Direitos Humanos Globais, exigindo que o presidente determine se uma pessoa estrangeira foi responsável por uma violação dos direitos humanos.

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O jornalista dissidente e colaborador do jornal The Washington Post, Jamal Khashoggi, desapareceu no início de outubro depois que ele entrou no consulado saudita em Istambul. 

A Arábia Saudita alega que ele foi morto durante uma briga espontânea e prometeu investigar sua morte. As autoridades turcas, por sua vez, insistem que os sauditas enviaram um "esquadrão da morte" para assassinar o jornalista. Seu corpo ainda não foi localizado.

O assassinato de Khashoggi provocou indignação internacional. O presidente dos EUA, Donald Trump, advertiu que o reino enfrentará uma "punição severa" se de fato tiver feito um ataque ao jornalista. Os EUA, no entanto, optaram por manter os acordos de armas existentes com os sauditas e disseram que não acreditavam que a liderança do país estivesse por trás do fim do dissidente.

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