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Empresa israelense afirma que S-300 na Síria 'ainda não estão operacionais' (FOTO)

© Sputnik / Uliana Solovieva / Abrir o banco de imagensSistemas de mísseis S-300
Sistemas de mísseis S-300 - Sputnik Brasil
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No final do mês passado, a empresa israelense de imagens por satélite iSi divulgou imagens do que afirmou ser o primeiro local de implantação, no noroeste da cidade de Masyaf, de um dos sistemas de mísseis S-300 entregues pela Rússia à Síria.

A empresa israelense ImageSat International (iSi) afirmou que as imagens dos sistemas de mísseis terra-ar de longo alcance S-300, implantados na Síria, indicam que essas baterias ainda não foram colocadas em operação.

"O novo sistema sírio S-300, que foi recebido da Rússia em setembro de 2018 e implantado perto da cidade de Masyaf, ainda não está operacional", informou a iSi.

A empresa alegou que os lançadores de mísseis S-300 ainda precisam de ser instalados e que alguns dos elementos do sistema de mísseis, incluindo seu radar, permanecem cobertos por redes de camuflagem.

​No final de outubro, a iSi divulgou imagens de satélite do que afirmou ser o primeiro local de instalação dos sistemas russos S-300 na Síria, identificando a localização como uma antiga base aérea situada no noroeste da cidade de Masyaf.

O governo sírio não comentou ainda a informação.

No início de novembro, o jornal Al-Masdar News citou uma fonte anônima militar de Damasco dizendo que a Força Aérea israelense não tem conduzido operações na Síria desde que a Rússia entregou os sistemas de defesa antiaérea S-300 às forças do governo sírio.

A fonte afirmou que a força aérea israelense não havia violado o espaço aéreo da Síria nem das disputadas colinas de Golan ou do Líbano, embora tenha voado próximo da fronteira.

Sistemas de mísseis antiaéreos S-300 - Sputnik Brasil
Israel teria tentado 'eliminar' S-300 russos durante treinos com Grécia (FOTO)
No início de outubro a Rússia concluiu a entrega de novos sistemas S-300 à Síria, incluindo 49 componentes de equipamentos relacionados como radares, sistemas básicos de aquisição de alvos, postos de comando e quatro lançadores.

O fornecimento destes sistemas a Damasco foi parte de resposta da Moscou à derrubada de um avião russo Il-20 com 15 militares a bordo em Latakia.

Moscou acusou a Força Aérea Israelense de usar deliberadamente o avião russo como escudo contra os sistemas de defesa antiaérea da Síria, o que levou à destruição acidental do avião por uma bateria de defesa aérea síria. Israel rejeitou as acusações, alegando que havia avisado Moscou sobre o ataque aéreo que iria acontecer na área com antecedência.

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