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Ministério das Finanças russo revela pior cenário da guerra comercial

© AP Photo / JOERG SARBACHMovimentação de cargas no Terminal de Contêineres do porto de Bremerhaven, Alemanha, 10 de maio de 2000
Movimentação de cargas no Terminal de Contêineres do porto de Bremerhaven, Alemanha, 10 de maio de 2000 - Sputnik Brasil
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Durante a reunião entre os ministros das Finanças e os chefes dos bancos centrais dos países do G20, o vice-ministro das Finanças russo Sergei Storchak declarou que o pior cenário da guerra comercial seria a imposição de restrições contra o setor dos serviços.

O encontro dos ministros das Finanças e dos chefes dos bancos centrais dos países do G20 foi realizada nas margens das reuniões aunais do Fundo Monetário Internacional e do Banco Mundial. 

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Durante a reunião foram discutidos o agravamento das relações comerciais entre vários países e outros fatores que poderiam afetar a estabilidade econômica global. A possibilidade de um forte agravamento da situação econômica nos países em desenvolvimento foi colocada em primeiro plano.

Comentando as consequências da guerra comercial, o vice-ministro das Finanças russo Sergei Storchak, que participou da reunião, revelou que as restrições contra o setor dos serviço causariam os maiores danos para a economia global.

"O pior cenário – é uma verdadeira guerra comercial, quando são adotadas sanções umas a seguir às outras, quando estas atingem tanto o  comércio de bens, como dos serviços. Hoje não existem restrições contra o comércio de serviços, mas há restrições limitadas contra bens", explicou Storchak.

"Um dos colegas disse que a guerra comercial foi declarada por apenas um [país], mas todos sofrem com ela", acrescentou o vice-ministro, sublinhando que se deve acabar com as tensões comerciais existentes porque elas afetam a estabilidade financeira global.

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Em março o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou a imposição de tarifas de importação sobre o aço e alumínio de diversos países, o que deu início às tensões comerciais com os chineses. Os países afetados começaram a responder adotando medidas semelhantes ou prometendo endurecer as restrições existentes. Além disso, os EUA introduziram tarifas no valor de US $ 200 bilhões (R$ 780,4 bilhões) sobre produtos chineses. Pequim adotou tarifas de retaliação de US $ 60 bilhões (R$ 234,1 bilhões) sobre produtos dos EUA.

Os economistas alertam que uma disputa prolongada acabará por prejudicar o crescimento não apenas nos EUA e na China, mas em toda a economia global. As preocupações com o confronto já abalaram os mercados financeiros.

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