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Bolsonaro e Haddad falam ao Jornal Nacional sobre alterações na Constituição

© REUTERS / Ricardo Moraes/Paulo WhitakerJair Bolsonaro (dir.) e Fernando Haddad (esq.) durante votação no primeiro turno
Jair Bolsonaro (dir.) e Fernando Haddad (esq.) durante votação no primeiro turno - Sputnik Brasil
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Falando ao Jornal Nacional nesta segunda-feira (8), os presidenciáveis Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) falaram sobre o segundo turno e possíveis mudanças constitucionais.

Haddad falou primeiro após sorteio da ordem dos entrevistados. Ele afirmou que a nova rodada eleitoral permitirá que a população conheça os "dois projetos" em jogo.

"Nós estamos do lado da social-democracia, que cumpre a Constituição de 1988."

O petista afirmou que as pessoas precisam estar com o "espírito desarmado" e com "uma carteira de trabalho em uma mão e um livro em outra". Ele prometeu fazer uma reforma tributária, no imposto de renda e no sistema bancário.

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Respondendo a questionamento do Jornal Nacional, disse que o PT recuou em sua proposta de fazer uma Assembleia Constituinte e que "alterações pontuais" serão feitas por propostas de emendas constitucionais. Haddad também disse que José Dirceu não faz parte de sua equipe e que não terá parte em um possível governo.

Dirceu afirmou em entrevista que o PT iria "tomar o poder". 

Já Bolsonaro disse que não obteve mais votos pelas "fake news'".

"O nosso compromisso, plataforma e bandeira está em João capítulo 8 versículo 32: 'E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará'", afirmou o presidenciável do PSL.

Ele também disse que seu vice, o general Hamilton Mourão, errou ao defender um autogolpe e uma "Constituição de notáveis". "Ele é general, ele é capitão, mas eu sou o presidente. O desautorizei nesses dois momentos", disse Bolsonaro. 

O presidenciável também disse que "nunca" teve planos de acabar com o Bolsa Família, que irá diminuir a maioridade penal e que pretende "pacificar e unir o povo brasileiro sob a nossa bandeira".

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