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Mídia: Rússia deu uma lição aos Estados Unidos no desenvolvimento de armas avançadas

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Na semana passada, o Ministério da Defesa russo divulgou pela primeira vez uma série de vídeos mostrando os mais novos armamentos, apresentados em março pelo presidente Vladimir Putin em seu discurso à Assembleia Federal. Segundo um artigo da edição austríaca Contra Magazine, os vídeos causaram "muitas preocupações" aos militares estadunidenses.

Marco Meier, jornalista e editor-chefe da Contra Magazine, afirma em seu artigo que o exército dos EUA não tem nada para contrapor às armas russas demonstradas nos vídeos.

Em particular, o colunista lembra que o míssil de cruzeiro Burevestnik, com ogiva nuclear, tem um alcance quase ilimitado, trajetória de voo imprevisível, sendo capaz de contornar os meios de intercepção, tornando-se assim invulnerável para todos os sistemas de defesa aérea e antimíssil tanto existentes como a serem desenvolvidos.

Sistema de mísseis estratégico Sarmat - Sputnik Brasil
'Sem análogos no mundo': ministério russo mostra VÍDEOS das novíssimas armas em ação
A edição cita as palavras do chefe do Comando de Defesa Aeroespacial da América do Norte (North American Aerospace Defense Command), general Lori Robinson, que disse o seguinte: "A Rússia priorizou o desenvolvimento de mísseis de cruzeiro avançados, capazes de atingir alvos no interior da América do Norte a partir de distâncias nunca antes vistas".

O autor sublinha que os mísseis russos são muito perigosos para os EUA porque os radares terão dificuldades em detectar os projéteis a grandes distâncias.

Além disso, comentou Meier, o Burevestnik é apenas um dos armamentos apresentados pelo ministério russo.

Com estes desenvolvimentos, a Rússia mostra aos EUA que, "mesmo sem grandes orçamentos militares para alimentar o complexo militar-industrial", é possível desenvolver uma tecnologia militar bastante competitiva e até mesmo superior.

O aumento das despesas militares até 2% do PIB nos países da OTAN não ajudará se este dinheiro for destinado a sistemas antiquados e de pouca utilidade, conclui Meier.

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