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Apesar de aproximação entre presidentes, EUA podem adotar mais sanções contra Rússia

© REUTERS / Carlos BarriaO presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan olha para o presidente dos EUA Donald Trump enquanto ele assina medida que prevê a desaprovação do Congresso de uma regra apresentada pela Comissão de Valores Mobiliários sobre "Divulgação de Pagamentos por Emissores de Extração de Recursos". No Salão Oval da Casa Branca em Washington, EUA, 14 de fevereiro de 2017
O presidente da Câmara dos Deputados, Paul Ryan olha para o presidente dos EUA Donald Trump enquanto ele assina medida que prevê a desaprovação do Congresso de uma regra apresentada pela Comissão de Valores Mobiliários sobre Divulgação de Pagamentos por Emissores de Extração de Recursos. No Salão Oval da Casa Branca em Washington, EUA, 14 de fevereiro de 2017 - Sputnik Brasil
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Apesar do sucesso do encontro entre os líderes de Rússia e Estados Unidos na última segunda-feira em Helsinque, na Finlândia, o presidente da Câmara dos Representantes dos EUA, Paul Ryan, disse que o Congresso americano poderia considerar novas sanções contra Moscou devido à alegada interferência russa na eleição presidencial americana de 2016.

"Nós acabamos de conduzir uma investigação de um ano sobre a interferência da Rússia nas nossas eleições. Eles de fato interferiram nas nossas eleições, está muito claro. Não deveria haver dúvida sobre isso. Também está claro que isso não teve um efeito material nas nossas eleições. Mas, como resultado disso, nós passamos duras sanções contra a Rússia, de forma a responsabilizá-los", disse o deputado republicano. 

De acordo com Ryan, ele não descarta a adoção de mais sanções contra os russos.

"Se o Comitê de Relações Internacionais ou o Comitê de Serviços Financeiros e o Comitê Bancário do Senado acham que há outras sanções que nós ainda não adotamos contra a Rússia, eu fico mais do que feliz em considerá-las", acrescentou, acusando Moscou de também tentar interferir nas eleições de França, Moldávia e países bálticos. 

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