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Revelam causas do misterioso comportamento de tubarões-baleia

© Foto / Pixabay / skeezeTubarão-baleia
Tubarão-baleia - Sputnik Brasil
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Uma investigação científica sobre as características hidrográficas únicas dos poucos lugares do mundo que os tubarões-baleia elegem para se juntarem em grupos lança uma nova luz sobre o comportamento destes animais, estipulam Joshua Copping e Bryce Stewart, especialistas britânicos.

O artigo, publicado no portal The Conversation, diz que os cientistas identificaram apenas cerca de vinte lugares escolhidos por estes peixes em todos os oceanos do nosso planeta para se reunirem em cardumes de entre dez e 500 exemplares. Alguns destes locais se encontram perto da Austrália, Belize, Maldivas e da costa do México.

Baleia-jubarte (imagem referencial) - Sputnik Brasil
Baleia salva mulher de tubarão (VÍDEO)
O que cada um destes lugares tem de especial? Para responder a essa pergunta, os investigadores fizeram uma análise batimétrica do fundo oceânico nos sítios indicados.

Desta maneira, os cientistas revelaram que todos estes lugares se encontram em determinadas áreas de águas pouco profundas e perto de declives bruscos, onde a profundidade aumenta rapidamente de 200 a 1.000 metros.

Este tipo do relevo oceânico dá grandes vantagens aos tubarões-baleia, já que é uma fonte de nutrição que chega das profundezas e assim favorece a alimentação por filtração. Além disso, os tubarões-baleia usam a acessibilidade de águas profundas para se alimentarem com zooplâncton e lulas ao submergirem a quase 2.000 metros.

Tubarão-elefante no mar - Sputnik Brasil
Tubarão gigante assusta Guarda Costeira dos EUA (VÍDEO)
Nestas profundezas, a temperatura pode descer até aos quatro graus. Por isso, ao regressar à beira do declive, as temperaturas mais quentes deste lugar são muito úteis para a regulação térmica dos tubarões-baleia.

Estas conclusões podem ajudar muito a compreender os movimentos migratórios destes peixes e preservar a espécie que já perdeu 63% da população a nível global durante os últimos 75 anos, concluem os autores.

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