Moscou e Riade concordam em apoiar extensão do acordo de contenção de produção de petróleo

© REUTERS / Leonhard FoegerA bandeira da OPEP e o logotipo da OPEP em coletiva em Viena (foto de arquivo)
A bandeira da OPEP e o logotipo da OPEP em coletiva em Viena (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Autoras do acordo entre produtores de petróleo que cortou cerca de 1,8 milhão de barris a oferta diária desde janeiro de 2017, Rússia e Arábia Saudita indicam que querem aumentar a produção para conter os preços do combustível fóssil.

Em reunião em Moscou em virtude da abertura da Copa do Mundo FIFA 2018, o presidente Vladimir Putin e o príncipe saudita Mohammed bin Salman concordaram em apoiar conjuntamente a ampliação do acordo, informou o ministro russo de Energia, Aleksandr Novak.

"Gostaria de lembrar que dois dias atrás, durante o encontro entre o príncipe saudita Mohammed bin Salman e o presidente Putin, foi tomada uma decisão histórica sobre a cooperação entre nossos países na prorrogação do acordo da OPEP", disse Novak a repórteres.

Produção de petróleo - Sputnik Brasil
Rússia e outros países fora da OPEP concordam em cortar produção de petróleo
O ministro destacou que a questão será discutida durante a reunião das partes do acordo na capital austríaca de Viena, marcada para 23 de junho.

"Vamos discutir essa questão [em Viena]. Eles [partes no acordo] também deram seu consentimento preliminar para prolongar a cooperação, o formato deve ser acordado", disse Novak.

O ministro acrescentou que o prolongamento do acordo não conteria volumes específicos de produção de petróleo.

"É provável que proporcione às [partes do acordo] uma oportunidade de decidir [sobre a mudança dos volumes de produção de petróleo], se necessário", acrescentou Novak.

Novak também disse a jornalistas que a Rússia e a Arábia Saudita oferecerão aos países signatários que elevem a produção no terceiro trimestre de 2018 em 1,5 milhão de barris por dia. A decisão de suavizar o acordo deve dar a todos os países participantes oportunidades iguais de aumentar a produção proporcionalmente às suas cotas de redução, acrescentou o ministro.

"Precisamos dar as mesmas oportunidades para todos… É justo distribuir esse abrandamento na proporção das cotas de corte", disse ele.

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