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Rodrigo Maia defende 'diminuição' do tamanho da Petrobras: 'Não pode ser única'

© REUTERS / Adriano MachadoRodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados do Congresso Nacional do Brasil, durante uma coletiva em Brasília
Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados do Congresso Nacional do Brasil, durante uma coletiva em Brasília - Sputnik Brasil
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O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM) defendeu em sabatina promovida pelo jornal Correio Braziliense que a Petrobras diminua sua importância no mercado. "Não precisa ter o monopólio, pode continuar existindo em um tamanho menor", defendeu o parlamentar que deve concorrer ao Palácio do Planalto nas eleições deste ano.

A fala ocorreu durante o evento "Correio Entrevista — Pré-candidatos 2018", que conta com a participação de outros presidenciáveis como Geraldo Alckmin, Marina Silva, Henrique Meirelles, Ciro Gomes, Jair Bolsonaro, entre outros. Maia foi o primeiro sabatinado da lista, às 9h.

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O pré-candidato aproveitou para se posicionar contrário à privatização do Banco do Brasil. Para o deputado, é necessário que o sistema financeiro nacional passe "por uma grande reforma para atrair novos atores e mais concorrência". Maia, porém, defendeu que a Caixa Econômica Federal mude o perfil da instituição por não achar aceitável "dois bancos públicos disputando o mesmo mercado".

Outro tema polêmico veio à tona durante a entrevista: a reforma da Previdência. Com o poder de definir o que vai ou não para a pauta de votação, Maia foi um dos principais responsáveis pelo não-andamento do projeto governamental que alterava as regras da aposentadoria. À época, alegou-se falta de apoio nas bancadas. Questionado, o presidenciável defendeu a criação de um sistema de transição. "Essa reforma vai impactar mais os estados. Ela é fundamental. Idade mínima é fundamental".

 

 

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