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Mesmo preso, Lula melhora aprovação e diminui rejeição, indica pesquisa Ipsos

© AP Photo / Andre PennerEx-presidente do Brasil Luiz Inácio Lula da Silva
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Preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi o único nome vinculado às eleições presidenciais de outubro que melhorou a sua aprovação e viu cair a sua rejeição, de acordo com dados do Instituto Ipsos, divulgados pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Apontado pelo PT como o seu presidenciável para o pleito de outubro – embora a questão tenda a acabar na Justiça, já que o petista está enquadrado na Lei da Ficha Limpa –, Lula atingiu a sua mais alta aprovação na série histórica do Ipsos (iniciada em agosto de 2015), com 45%.

Já a rejeição de Lula, que chegou perto dos 75% no quarto trimestre de 2016, está hoje em 52%, o que significa uma melhora na imagem do ex-presidente. Como comparativo, a rejeição ao juiz federal Sérgio Moro (não é candidato, mas foi incluído pelo Ipsos na pesquisa) chega a 50% (foi de 22%), com aprovação de 40%.

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Segundo o instituto, a ideia do levantamento não é medir a intenção de voto, mas sim colocar o nome de políticos ou personalidades vinculadas à política, solicitando que o entrevistado diga se aprova aquele nome e a forma com que vem atuando no Brasil.

Líder nas pesquisas nos cenário sem Lula, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ) tem uma rejeição de 60%, uma das menores, mas com uma aprovação de apenas 23%. A ex-senadora Marina Silva (Rede) aparece com 61% de rejeição, mesmo número do ex-ministro Henrique Meirelles (MDB) e do ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT).

No topo dos mais rejeitados pelos brasileiros figuram o presidente Michel Temer (MDB), com 92%, e o ex-presidente Fernando Collor (PTB), com 81%. Tido como nome mais viável da direita, o ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB) é rejeitado por 69%, um número um pouco pior do que os de Rodrigo Maia (do DEM, com 64%) e João Doria (PSDB, com 62%).

Na esquerda, a rejeição de Ciro Gomes (PDT) chega a 65%, enquanto Jacques Wagner (PT, com 54%), Manuela D’Ávila (PCdoB, com 46%), e Guilherme Boulos (PSOL, com 44%), aparecem logo a seguir.

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