Equador defenderá na ONU sua candidatura à presidência da Assembléia Geral

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O Equador apresentará à Organização das Nações Unidas (ONU) as razões pelas quais deverá presidir a 73ª sessão da Assembléia Geral, que começará em setembro deste ano e que também tem um candidato de Honduras, informou o governo de Quito.

O diálogo acontecerá no dia 4 de maio e "contará com a participação dos dois candidatos apresentados": com a ministra dos Negócios Estrangeiros do Equador, María Fernanda Espinosa, e a ministra das Relações Exteriores de Honduras, Mary Elizabeth Flores. Cada parte terá "10 minutos para apresentar seus relatórios", informou o comunicado oficial.

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Segundo o texto, o Equador apresentou uma proposta para presidir a Assembléia Geral das Nações Unidas "com um projeto para, através do diálogo e do acordo, avançar o desenvolvimento sustentável e a paz no planeta".

Esta será a primeira vez na história das Nações Unidas que este diálogo será realizado, de modo a tornar o processo mais transparente.

Se Espinosa se eleger, ela "será a primeira mulher sul-americana a chegar neste cargo. Um uma presidência que não é ocupada pela região há 19 anos".

A votação dos 193 países para a designação da presidência acontecerá em 5 de junho próximo.

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