Boeing pretende construir novos caças F/A-18 Super Hornet para Kuwait

© AFP 2022 / JUNG Yeon-JeCaça F/A-18 norte-americano
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A companhia aeroespacial norte-americana Boeing ganhou um contrato de mais de um bilhão de dólares (três bilhões de reais) para prestar serviços relacionados à aquisição pela Força Aérea do Kuwait de mais de uma dúzia dos caças F/A-18 Super Hornet, de acordo com uma declaração recente do Pentágono.

O contrato de 1,1 bilhões de dólares se estende até 2022. O primeiro pagamento de 275 milhões de dólares (910 milhões de reais) será feito imediatamente à Boeing. O contrato abrange também o fornecimento de receptores de aviso contra radares de longo alcance e o equipamento das aeronaves com armamento.

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De acordo com a declaração, os trabalhos incluem a produção e entrega de aeronaves de um assento 22 F/A-18E e as de dois assentos F/A-18F.

Pouco mais de uma semana após as eleições presidenciais de 2016 nos EUA, o Departamento de Estado divulgou o anúncio aprovando a venda de 32 caças F/A-18E/F ao governo do Kuwait.

"A venda proposta vai contribuir para a política exterior e de segurança nacional dos EUA, ajudando a melhorar a segurança do maior aliado fora da OTAN, que tem sido uma força importante para o progresso político e econômico no Médio Oriente", notou o Departamento de Estado.

De acordo com o portal USNI News, a compra dos Super Hornet é um dos maiores contratos internacionais que mantém a produção dos Boeing Super Hornet em St. Louis, Missouri. A companhia fez propostas de venda do caça F/A-18 para satisfazer as necessidades da Índia, Finlândia, Suíça e Alemanha, informa o portal.

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Os atrasos no programa F-35C que, como se supõe, afetam a imagem da futura aviação naval dos EUA, faz com que a frota existente tenha que efetuar missões mais longe e mais frequentemente.

A retirada de serviço das aeronaves F/A-18E e F foi marcada, em princípio, para 2035. No entanto, uma vez que o programa F-35C fez poucos progressos (e está "em risco" de não atingir o estatuto operacional neste ano apesar de várias promessas nesse sentido da corporação Lockheed Martin), "podemos eventualmente começar a usar essas aeronaves em 2040", ressaltou o almirante Mike Manazir.

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