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Especialista: missão de treinamento da OTAN no Iraque não significa algo bom

© REUTERS / Ammar AwadSoldados do exército norte-americano na cidade de Bartela, perto de Mossul, Iraque, 27 de dezembro de 2016
Soldados do exército norte-americano na cidade de Bartela, perto de Mossul, Iraque, 27 de dezembro de 2016 - Sputnik Brasil
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O secretário-geral da OTAN, Jens Stoltenberg, informou sobre a intenção da Aliança de começar uma nova missão de treinamento no Iraque. O especialista, Grigory Yarygin, expressou opinião para o serviço russo da Rádio Sputnik que a decisão foi tomada sob influência dos EUA, que estão lutando para dominar a região.

Durante a cúpula, a OTAN pretende lançar uma nova missão de treinamento no Iraque, informou o secretário-geral Jens Stoltenberg. Segundo ele, a decisão sobre o início será tomada entre 14 e 15 de fevereiro durante o encontro dos Ministros da Defesa da OTAN.

"Vamos começar a planejar uma missão de treinamento da OTAN no Iraque para dar início a missão no encontro da cúpula em julho", declarou o secretário-geral. 

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De acordo com Jens Stoltenberg, a Aliança planeja transformar a “atual atividade modesta” da OTAN no Iraque em uma operação de plena ação.

O professor da Universidade Estatal de São Petersburgo, Grigory Yarygin, em sua entrevista ao serviço russo da Rádio Sputnik, opinou que tal decisão foi tomada sob a influência dos EUA, que continuam lutando pelo domínio nesta região.

"Isso romperá o equilíbrio de forças na região, que já se encontra em situação instável. E a falta de equilíbrio não é algo bom para os interesses dos países da região. Trata-se do fortalecimento da posição da Aliança Atlântica e dos EUA. Não tenho certeza que a OTAN toma tais decisões por conta própria. Penso que os EUA estão envolvidos nisso. Os Estados Unidos continuam lutando pelo domínio nessa região. A decisão expõe construção de posicionamento e estratégia de longo prazo dos EUA. Mesmo que [estratégia] ainda não esteja formada, há indícios de que maneira será formada. Os EUA não saem da região, ao contrário, aumentam sua presença. Sem dúvida alguma os militares querem isso e eles terão isso", disse Grigory Yarygin.

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