Atenção, adoradores de pornô! Seus gadgets correm perigo de golpe financeiro

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Um em cada quatro vírus para celulares e tablets consegue penetrar nos aparelhos disfarçado de conteúdo para adultos, de acordo com um relatório da Kaspersky Lab, empresa de cibersegurança internacional e fornecedora de serviços antivírus com sede em Moscou.

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De acordo com o relatório, quase metade dos internautas (mais precisamente, 45,9%) enfrentam o risco de clicar ou pegar um conteúdo malicioso enquanto tentam usar um aplicativo ou uma página desconhecida que oferece materiais para adultos.

O "clicker" é um vírus que, disfarçado de conteúdo pornográfico, examina a publicidade de modo independente e cadastra o dono do gadget em serviços pagos. Neste cenário, o dinheiro é retirado imediatamente da conta da vítima.

Outro vírus, de fato o mais popular, é o chamado Trojan financeiro que visa intimidar e chantagear um usuário a usar a "tática scareware".

"Os Trojans financeiros bloqueiam a tela de um dispositivo e mostram uma mensagem dizendo que um conteúdo ilegal (mais frequentemente, pornô infantil) foi detectado em um aparelho e este foi bloqueado. Para desbloqueá-lo, a vítima tem que pagar um resgate. Esta mensagem, de costume, vai junto com as capturas de tela dos vídeos com verdadeiro pornô infantil", explica-se no relatório.

A popularidade deste tipo de golpe é argumentada pelo fato dos visitantes normalmente estarem com medo de que alguém descubra, o que os torna alvos fáceis para criminosos.

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O relatório frisa que foi a transferência internacional para os celulares que fez os cibercriminosos reeditar seus códigos de vírus.

Vale destacar que impressionantes 1,2 milhão de pessoas por todo o mundo "já enfrentaram vírus com conteúdo adulto pelo menos uma vez" em 2017, frisa o relatório, dizendo que "cibercriminosos frequentemente criam sites pornôs com um só objetivo — infectar as vítimas com conteúdo malicioso".

Por isso, os internautas devem apenas usar "sites confiáveis" de conteúdo adulto e evitar instalar aplicativos de fontes desconhecidas, para prevenir que seus celulares sejam atacados, de acordo com o relatório.

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