Encontrar e liquidar: militares dos EUA treinam para eliminar armas de Pyongyang (FOTOS)

© AFP 2022 / JUNG YEON-JESoldados sul-coreanos e norte-americanos durante exercícios conjuntos, Coreia do Sul (foto de arquivo)
Soldados sul-coreanos e norte-americanos durante exercícios conjuntos, Coreia do Sul (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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As manobras conjuntas Warrior Strike IX foram realizadas em Camp Stanley, uma instalação militar norte-americana que fica perto de Seul, anunciou o exército norte-americano no comunicado.

As manobras conjuntas duraram 4 dias e acabaram na sexta (15), indica o comunicado do Exército dos EUA.

​O programa de treinamento se concentrou na "interoperabilidade" entre as unidades militares dos EUA e da Coreia do Sul "através de componentes urbanos e subterrâneos de um potencial campo de batalha", indicaram os militares.

A agência de notícias Yonhap informou que durante o exercício os soldados treinaram para eliminar as armas de destruição em massa (ADM) norte-coreanas. 

Centenas de soldados de ambos os países participaram dos exercícios realizados em Camp Stanley e outros locais. O campo militar Camp Stanley foi construído em 1950 onde foram deslocados cerca de 5 mil tropas.

Washington e os seus aliados realizaram recentemente várias manobras militares perto da fronteira com a Coreia do Norte, enquanto Pyongyang continua com testes nucleares e de mísseis sob o pretexto da ameaça crescente para a sua segurança nacional por parte dos EUA.

Na semana passada, os EUA realizaram duas manobras de seguimento de mísseis com o Japão e a Coreia do Sul. Os exercícios classificados como as maiores manobras conjuntas existentes, hoje em dia, incluíram a participação de aeronaves norte-americanas estacionadas em Guam e no Japão. 

Os exercícios "aumentam as tensões do conflito já existente", opina o autor e advogado pelos direitos humanos Eric Sirotkin. "É realmente necessário considerar seriamente a proposta de congelar estes exercícios militares, assim como o programa nuclear e dialogar, aquilo que ainda não foi visto entre a Coreia do Norte e Washington".

A Coreia do Norte criticou repetidamente os exercícios conjuntos entre os EUA e os seus aliados. Anteriormente em dezembro, Pyongyang havia comunicado que classificava as manobras militares sem fim perto das suas fronteiras e "declarações belicosas" por parte dos oficiais norte-americanos como meios para "provocar" uma guerra nuclear na região, onde os EUA serão "queimados".

Entretanto Moscou espera que os EUA e a Coreia do Norte estabeleçam um diálogo, segundo indicou na segunda (18) o vice-ministro das Relações Exteriores russo, Sergei Ryabkov. Ele saudou a proposta do Secretário-Geral da ONU de reestabelecer o reforçar dos canais de comunicação com a Coreia do Norte.  

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