Barril de pólvora: países muçulmanos têm onda de protestos contra decisão dos EUA (VÍDEO)

© AFP 2022 / SAID KHATIBPalestinos protestam contra decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital israelense
Palestinos protestam contra decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como capital israelense - Sputnik Brasil
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Países muçulmanos receberam nesta sexta-feira (8) uma onda de protestos contra a decisão dos EUA de reconhecer Jerusalém como a capital de Israel.

O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na última quarta-feira o reconhecimento de Jerusalém como capital israelense, bem como a transferência da embaixada norte-americana de Tel Aviv para a cidade sagrada.

Turquia

Milhares de moradores de diversas de cidades turcas participaram de marchas de protesto após as preces de sexta-feira.

​Os manifestantes carregaram cartazes com palavras de ordem como "Jerusalém é um santuário muçulmano", "Israel é um assassino, os EUA são seus patronos", entre outros slogans anti-americanos e anti-israelenses.

​A polícia não interferiu na condução dos atos e não foram relatados distúrbios.

Egito

Centenas de pessoas se reuniram na praça em frente à mesquita Al-Azhar, no Cairo. Manifestantes levaram bandeiras palestinas e cantaram frases como "Jerusalém é árabe, não é ocidental, nem oriental!" e "De alma e sangue com a Palestina!".

Iraque

Cidades iraquianas como Bagdá, Kirkuk e Basra, entre outras províncias, receberam manifestações de centenas de milhares de pessoas. Os atos contaram com a participação de autoridades locais e figuras religiosas do país. Em uma das cidades, a bandeira israelense foi queimada.

Jerusalém, Cisjordânia e Faixa de Gaza

Protestos também foram convocados em Jerusalém, Cisjordânia oriental e na Faixa de Gaza. Israel mobilizou centenas de policiais adicionais em resposta às manifestações. 

Em Jerusalém houve confrontos entre os manifestantes palestinos e as forças de segurança israelenses. De acordo com as informações mais recentes, mais de cem pessoas ficaram feridas. 

​De acordo com informações do exército de Israel, mais de três mil pessoas participaram das manifestações na Cisjordânia e nas fronteiras da Faixa de Gaza.

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