Opinião: Rússia é capaz de iniciar erupção do vulcão Yellowstone que pode aniquilar EUA

© Sputnik / Vasily BatanovLançamento de um míssil de cruzeiro pelo sistema de mísseis costeiro Utyos da Frota do Mar Negro da Marinha da Rússia durante treinamentos (foto de arquivo)
Lançamento de um míssil de cruzeiro pelo sistema de mísseis costeiro Utyos da Frota do Mar Negro da Marinha da Rússia durante treinamentos (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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A resposta da Rússia à saída dos EUA do Tratado de Forças Nucleares de Alcance Intermediário (Tratado INF) deve ser assimétrica, afirma o analista militar russo Konstantin Sivkov.

De acordo com Sivkov, a resposta russa pode incluir a instalação de portadores de armas nucleares não tradicionais e a criação de ogivas de alta potência, informa o Rossiyskaya Gazeta, lembrando que o Congresso dos EUA concedeu 58 milhões de dólares para o desenvolvimento do novo míssil de médio alcance, o que viola o Tratado INF.

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Uma série de congressistas se manifesta contra a saída do Tratado. No caso da saída dos EUA do Tratado, a resposta russa será imediata, advertiu o presidente russo Vladimir Putin. 

"Após o término do Tratado, retiram-se as restrições aos mísseis de cruzeiro estratégicos terrestres. A Rússia possui o KP X-101 aéreo da primeira classe[…]X-101 tem o sósia nuclear X-102. A versão terrestre baseada no X-101 é desenvolvida muito rapidamente. É perfeitamente possível estabelecer a produção de lança-misseis", acha o analista militar russo Sivkov.

O lançador com 4 mísseis pode ser instalado em um caminhão, em uma plataforma rodoviária ou marítima. O jornal russo acrescenta que os portadores de ogivas termonucleares não tradicionais não se sujeitam às exigências de controle centralizado das forças nucleares estratégicas. Por isso, um ataque preventivo que tem como objetivo destruir os postos de controle, não pode impedir o lançamento de centenas de mísseis que ficam ao longo do território da Rússia.

O porta-aviões nuclear norte-americano USS Carl Vinson da classe Nimitz foi construído em 1975. Foi lançado à água em 1980 e comissionado dois anos depois. O navio foi nomeado em homenagem a um senador do estado da Geórgia, para assinalar sua contribuição para a Marinha dos EUA. Desde 2009, se tornou o navio-almirante do grupo 1 de ataque de porta-aviões (Carrier Strike Group 1) da Marinha dos EUA. Além das suas operações numerosas, o porta-aviões também figurou em 2001 no filme Atrás das Linhas Inimigas, realizado por Owen Wilson e Gene Hackman - Sputnik Brasil
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Segundo Sivkov, outro aspecto é a falta de limitações da tonelagem total de armas nucleares, o Tratado só limita a quantidade deles. Isso permite seguir o caminho da criação de uma arma inédita com centenas de toneladas de poder explosivo. 

"A utilização de tal projétil pode iniciar processos geofísicos catastróficos no território dos EUA, como, por exemplo, a erupção do vulcão Yellowstone", afirmou o analista.    

O portador de ogivas superpotentes pode se tornar, de acordo com ele, um míssil balístico pesado Sarmat, que pode carregar um projétil de até 10 toneladas de carga útil para qualquer ponto do planeta, ultrapassando os sistemas da defesa antimíssil. Segundo ele, outra resposta à saída do Tratado INF será o reinício de projetos soviéticos revolucionários como, por exemplo, o míssil invisível Kurier.

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