Washington encontra 'inovação radical' para enfrentar mísseis de Pyongyang

© REUTERS / KCNALançamento do míssil balístico Pukguksong-2 pela Coreia do Norte (foto de aqruivo)
Lançamento do míssil balístico Pukguksong-2 pela Coreia do Norte (foto de aqruivo) - Sputnik Brasil
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Washington propõe investir milhões de dólares em duas novas abordagens para combater a ameaça da Coreia do Norte.

A administração Trump preconiza desenvolver novas abordagens para lidar com Pyongyang, escreve o jornal The New York Times. De acordo com os dados do jornal, a mais recente estratégia responde à preocupação de que "o sistema de defesa antimíssil projetado para proteger as cidades norte-americanas não seja suficiente para impedir um ataque norte-coreano". Na semana passada, a Casa Branca enviou ao Congresso uma solicitação de emergência de 440 milhões de dólares (R$ 1,4 bilhão) destinados a enfrentar a Coreia do Norte.

O pedido refere-se, em primeiro lugar, ao "uso intensificado" de armas cibernéticas "para interferir nos sistemas de controle norte-coreanos antes do lançamento de mísseis".

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O jornal destaca que "o uso de armas cibernéticas para interromper os lançamentos é uma inovação radical na defesa antimísseis nas últimas três décadas", mas assinala que tal estratégia seria muito complexa no caso da Coreia do Norte, "um país que tem acesso limitado à Internet e tem poucas conexões com o mundo exterior".

Em segundo lugar, preconiza-se derrubar os mísseis segundos depois do lançamento, quando ainda estão em "fase de impulsionamento" e são, portanto, alvos "que se movem devagar, sendo altamente visíveis". Para isso, serão empregues drones e aviões de combate. No entanto, acrescenta-se que as novas medidas ainda estão em fase experimental.

Militares, cientistas e congressistas, escreve o jornal, descreveram recentemente esse "esforço acelerado de criação e elaboração de novos métodos como resposta ao inesperado progresso que a Coreia do Norte tem conseguido" no desenvolvimento de mísseis balísticos intercontinentais.

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