Por que Pyongyang de repente ameaça Austrália com 'catástrofe inevitável'?

© Sputnik / Ilia Pitalev / Abrir o banco de imagensSoldados durante o desfile militar que marca o 105º aniversário de Kim Il-sung, fundador da Coreia do Norte, em Pyongyang
Soldados durante o desfile militar que marca o 105º aniversário de Kim Il-sung, fundador da Coreia do Norte, em Pyongyang - Sputnik Brasil
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Nos últimos meses, as tensões na península da Coreia se intensificaram consideravelmente, mas o perigo não parece estar limitado apenas a essa região.

A Coreia do Norte criticou a Austrália por seus movimentos "perigosos" juntando-se a ações hostis dos EUA contra Pyongyang, por isso avisou a nação oceânica que esta arrisca sofrer uma "catástrofe", informa a agência sul-coreana Yonhap.

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"Ultimamente, a Austrália está efetuando movimentos perigosos, juntando-se zelosamente às frenéticas provocações políticas e militares norte-americanas contra a Coreia do Norte, e essas provocações agravam ainda mais a situação na península coreana", diz um comunicado divulgado pela agência KCNA norte-coreana.

"A chanceler (Julie Bishop) e a ministra da Defesa (Marise Payne) australianas expressaram pessoalmente seu apoio às políticas de Washington, que consideram todas as opções possíveis contra Pyongyang, incluindo o uso da força", acrescentou.

Nesta sexta-feira (13), Bishop e Payne se encontraram em Seul com seus homólogos sul-coreanos, enfatizando nessa reunião o apoio australiano à Coreia do Sul e a necessidade de "máxima pressão diplomática" para controlar as ambições nucleares da Coreia do Norte. Eles também apelaram ao governo norte-coreano para que se abstenha de "comportamentos provocativos" e abandone seus programas nuclear e de mísseis.

De acordo com a KCNA, Camberra está se preparando para uma guerra na península da Coreia, em referência às manobras conjuntas com os Estados Unidos planejadas para essa região.

Nesse respeito, a mídia advertiu que se o país oceânico "seguir os passos de Washington, exercendo pressão militar, econômica e diplomática sobre Pyongyang, não poderá evitar uma catástrofe".

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