Desafiando o Armata: Pentágono aposta na guerra de tanques

© AP Photo / Exército dos EUATanque americano Abrams M1A2
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As próximas modificações do principal carro de combate dos EUA, o M1A2 Abrams, dar-lhe-ão as capacidades necessárias para enfrentar os rivais mais modernos, incluindo o tanque russo T-14 Armata e o Type 99 chinês, disseram os responsáveis do programa.

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O Exército dos EUA modernizará todos os seus tanques M1A2, ou seja, mais de 1.500 veículos, disse ao portal Scout Warrior a porta-voz da divisão do programa de sistemas de combate terrestre (PEO GCS, na sigla em inglês), Ashley Givens.

As modernizações dos Abrams são designadas de SEP v3 e SEP v4 e se concentram no aperfeiçoamento de todas as características do tanque, desenvolvido na década de 1980, informou o portal.

Entre as mudanças a introduzir no veículo M1A2 SEP v3, que está na fase inicial de produção, estão as telas de alta definição para o artilheiro e o comandante, bem como novos módulos eletrônicos projetados para aumentar as capacidades de controle de fogo, o monitoramento do campo de batalha e a velocidade de funcionamento dos sistemas do tanque.

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À medida que o SEP v3 entra em produção, o Pentágono já planeja uma modernização ainda mais sofisticada, o SEP v4, prevista para testes até 2021.

Segundo a mídia, o Abrams terá sistemas de apontamento a laser, novos sensores e um novo canhão multifuncional de calibre 120 mm, capaz de desempenhar as funções dos quatro armamentos existentes.

A maior novidade do veículo será o moderno sensor a infravermelhos, com capacidade de detectar carros de combate inimigos em qualquer situação e atacá-los com novas munições, lê-se no artigo. 

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Estima-se que as novas capacidades do dispositivo de apontamento dos Abrams serão indispensáveis para fazer frente às "ameaças rapidamente emergentes", como o tanque T-14 Armata da Rússia e o Type 99 da China.

Além disso, os engenheiros norte-americanos começaram trabalhando em uma área em que estão mais atrasados: a proteção ativa do tanque. Enquanto na Rússia e na China, bem como em Israel, tais sistemas foram modernizados há décadas, o Exército dos EUA ainda não possui sistemas de defesa ativos em seus veículos blindados. 

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