Síria rebate ONU e nega posse ou uso de gás sarin contra civis em Idlib

© REUTERS / Ammar AbdullahHomem com máscara de oxigênio depois do alegado ataque químico na cidade de Khan Shaykhun,em Idlib, Síria, em 4 de 2017
Homem com máscara de oxigênio depois do alegado ataque químico na cidade de Khan Shaykhun,em Idlib, Síria, em 4 de 2017 - Sputnik Brasil
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O governo sírio não tem armas químicas, nunca as usou e nunca as usará, disse o Ministério da Justiça do país nesta sexta-feira, respondendo a um relatório que acusou Damasco de usar armas químicas.

No início desta semana, a Comissão de Inquérito da ONU sobre a Síria acusou o governo sírio de usar armas químicas em Khan Shaykhun, em abril, de acordo com as conclusões de um relatório.

"A Síria […] enfatizou que não usou e não usará gases venenosos contra o seu povo, pois não os possui e considera o uso de tal gás imoral que é digno de condenação", disse o governo sírio, em uma carta à ONU Escritório de Direitos Humanos, conforme citado pela agência de notícias local SANA.

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Em abril, a população de Khan Shaykhun, uma cidade rebelde na província síria de Idlib, foi alvo de gás sarin, altamente tóxico, matando pelo menos 83 pessoas, incluindo crianças.

A Comissão de Inquérito da ONU sobre a Síria disse que ter "motivos razoáveis" para acreditar que o governo sírio é responsável pelo ataque. A comissão baseou seu relatório em informações coletadas de imagens de satélite, vídeo, fotos, registros médicos e mais de 300 entrevistas.

O governo da Síria questionou as descobertas do relatório, dizendo que elas são baseadas em informações de "terroristas ou seus agentes na região". Damasco disse ainda que rejeita o relatório da comissão.

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