EUA pedem ao Reino Unido envio de avião para detectar alvos nucleares na Coreia do Norte

© AFP 2022 / GREG WOODAvião norte-americano de reconhecimento P-8 Poseidon
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Os EUA estão pedindo ao Reino Unido para enviar seus aviões de reconhecimento para detectar instalações de armas nucleares no território da Coreia do Norte, comunica a agência Daily Mirror, citando fontes anônimas.

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De acordo com a edição, as autoridades estadunidenses haviam perguntado repetidamente à Grã-Bretanha sobre a possível participação do país na operação de reconhecimento em busca de alvos potenciais. Comunica-se que os funcionários querem receber o máximo de dados de inteligência possível antes de realizar um potencial ataque a fim de minimizar a quantidade de vítimas em caso de guerra.

"Apesar de um conflito entre a Coreia do Norte e os EUA e seus aliados seja impensável, estamos fazendo tudo para nos prepararmos caso ele aconteça. Os especialistas militares norte-americanos tentam minimizar a quantidade de mortos, isso significa uma intensificação da recolha de dados de inteligência contra a Coreia do Norte", informa a fonte da edição.

Ela acrescentou também que a "OTAN deve apoiar os EUA, já que a situação pode afetar a todos".

Segundo dados da edição, caso o parlamento do Reino Unido aprove o pedido de Washington, um dos três aviões de reconhecimento britânicos Rivet Joint poderá chegar a uma base no Japão no prazo de duas semanas. De acordo com o Daily Mirror, o avião britânico, que custa 800 milhões de libras, é capaz de interceptar a comunicação militar a partir do território da Coreia do Norte. A tripulação britânica pode ser acompanhada por militares norte-americanos com conhecimento da língua coreana e podem extrair as informações principais dos dados recebidos.

A edição aponta que a Grã-Bretanha já colocou em estado de alerta elevado seus serviços de inteligência a fim de entender qual seria a atitude de outros países quanto ao líder da Coreia no Norte, Kim Jong-un. "Eles estão observando como o Japão, a China e outros países vizinhos reagem à evolução da situação", disse à edição uma fonte dos serviços de inteligência.

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