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Submarinos do 'juízo final': Conheça os 5 melhores submergidos do mundo (FOTOS)

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Estados Unidos, Rússia, Reino Unido e França possuem hoje os chamados submarinos “do juízo final”. A razão de serem chamados assim não é injustificada: são armas militares que podem ficar submersas por meses e são difíceis de detectar, já que são altamente silenciosas.

Outra similaridade entre todos eles é o fato de serem equipados com uma planta de propulsão nuclear e portam mísseis balísticos de alcance intercontinental, os quais podendo ser equipados com ogivas nucleares se necessário.

A revista norte-americana Forbes fez uma relação classificatória com os melhores submarinos do gênero, que também representam um elemento da tríade de dissuasão nuclear.

© AP Photo / Eric Talmadge1.º: Classe Ohio (Estados Unidos)
O primeiro USS Ohio entrou em serviço em 1981 e, depois de mais de 35 anos de serviço e 157 lançamentos bem sucedidos, sua trajetória certifica que são sinônimo de poder, excelência técnica e confiabilidade.
A série inclui 14 submarinos com 24 bases para mísseis balísticos Trident II, capazes de transportar 2.800 quilos de carga útil – 14 ogivas W-76, 100 quilotons de TNT por míssil – a 7.800 quilômetros de distância com plena carga, e até 12.000 quilômetros se a carga for reduzida.
Sua precisão é melhor do que qualquer um dos concorrentes porque a sua categoria interquatil – margem de erro – varia entre 90 e 120 metros. Além disso, a fiabilidade desses submarinos é notável: cada um cumpre missões em alto mar por 60% da sua vida.
Submarino classe Ohio (Estados Unidos) - Sputnik Brasil
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1.º: Classe Ohio (Estados Unidos)
O primeiro USS Ohio entrou em serviço em 1981 e, depois de mais de 35 anos de serviço e 157 lançamentos bem sucedidos, sua trajetória certifica que são sinônimo de poder, excelência técnica e confiabilidade.
A série inclui 14 submarinos com 24 bases para mísseis balísticos Trident II, capazes de transportar 2.800 quilos de carga útil – 14 ogivas W-76, 100 quilotons de TNT por míssil – a 7.800 quilômetros de distância com plena carga, e até 12.000 quilômetros se a carga for reduzida.
Sua precisão é melhor do que qualquer um dos concorrentes porque a sua categoria interquatil – margem de erro – varia entre 90 e 120 metros. Além disso, a fiabilidade desses submarinos é notável: cada um cumpre missões em alto mar por 60% da sua vida.
© Sputnik2.º: Classe Borei-Projeto 955 (Rússia)
Na atualidade, apenas a Rússia dispõe de submarinos estratégicos de quarta geração, já que os equipamentos similares norte-americanos e do Reino Unido não entrarão em serviço antes de 2030.
Assim, a Marinha russa já recebeu três Borei e espera mais cinco. São submergíveis mais baratos, que emitem consideravelmente menos ruído e trabalham mais facilmente automatizados.
Apesar destas caraterísticas, a publicação o coloca em segundo lugar pela confiabilidade dos mísseis que leva – 16 em cada um. Estes projéteis R-30 Bulava acabam de incrementar o arsenal nuclear da Rússia, tem uma carga duas vezes menor e, de seus 26 lançamentos, falharam oito vezes, a maioria na primeira fase de teste.
Submarino classe Borei-Projeto 955 (Rússia) - Sputnik Brasil
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2.º: Classe Borei-Projeto 955 (Rússia)
Na atualidade, apenas a Rússia dispõe de submarinos estratégicos de quarta geração, já que os equipamentos similares norte-americanos e do Reino Unido não entrarão em serviço antes de 2030.
Assim, a Marinha russa já recebeu três Borei e espera mais cinco. São submergíveis mais baratos, que emitem consideravelmente menos ruído e trabalham mais facilmente automatizados.
Apesar destas caraterísticas, a publicação o coloca em segundo lugar pela confiabilidade dos mísseis que leva – 16 em cada um. Estes projéteis R-30 Bulava acabam de incrementar o arsenal nuclear da Rússia, tem uma carga duas vezes menor e, de seus 26 lançamentos, falharam oito vezes, a maioria na primeira fase de teste.
© AFP 2021 / Andy Buchanan3.º: Classe Vanguard (Reino Unido)
Os submarinos estratégicos da classe Vanguard começaram a operar no serviço da Marinha do Reino Unido em 1993, e a produção continuou até 1999, quando eles receberam a quarta unidade.
Também carregam mísseis Trident II, embora apenas 16, em vez de 24 dos Ohio norte-americanos. No entanto, eles registraram a única falha deste armamento, em junho 2016.
Sua tecnologia de produção difere muito pouco porque foi desenvolvida com a ajuda de empresas norte-americanas e, embora a versão britânica seja um pouco simplificada e reduzida, também oferecem um alto desempenho... embora eles sejam os mais caros do mundo: seu custo é de cerca de 1.500 milhões libras (mais de US$ 1.950 bilhão).
Submarino classe Vanguard (Reino Unido) - Sputnik Brasil
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3.º: Classe Vanguard (Reino Unido)
Os submarinos estratégicos da classe Vanguard começaram a operar no serviço da Marinha do Reino Unido em 1993, e a produção continuou até 1999, quando eles receberam a quarta unidade.
Também carregam mísseis Trident II, embora apenas 16, em vez de 24 dos Ohio norte-americanos. No entanto, eles registraram a única falha deste armamento, em junho 2016.
Sua tecnologia de produção difere muito pouco porque foi desenvolvida com a ajuda de empresas norte-americanas e, embora a versão britânica seja um pouco simplificada e reduzida, também oferecem um alto desempenho... embora eles sejam os mais caros do mundo: seu custo é de cerca de 1.500 milhões libras (mais de US$ 1.950 bilhão).
© AP Photo / Roustem Adagamov4.º: Projeto 667BDRM Dolphin (Rússia)
Estes submersíveis, codificados como Delta-IV pela OTAN, são os principais componentes navais de dissuasão nuclear da Rússia. Das sete unidades construídas, seis ainda estão ativas.
Quanto ao nível de ruído e outras características, os Dolphin são semelhantes às do USS Ohio, embora tendo 16 mísseis – tal como os Vanguard – R-29RМU2 Sineva y R-29RMU2.1 Lainer, cujas últimas versões excedam o peso útil do Trident II. No entanto, estes mísseis russos usam combustível líquido e a 'Forbes' estima que isso complica “significativamente” a operação submarina e reduz a segurança.
Contudo, em 1991 o submarino K-407 Novomoskovsk desta classe estabeleceu um recorde ainda imbatível quando, durante a Operação Beguemot-2, disparou ininterruptamente todos os seus mísseis com um intervalo mínimo entre cada disparo: um total de 16 mísseis de 40 toneladas.
Submarino 667BDRM Dolphin (Rússia) - Sputnik Brasil
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4.º: Projeto 667BDRM Dolphin (Rússia)
Estes submersíveis, codificados como Delta-IV pela OTAN, são os principais componentes navais de dissuasão nuclear da Rússia. Das sete unidades construídas, seis ainda estão ativas.
Quanto ao nível de ruído e outras características, os Dolphin são semelhantes às do USS Ohio, embora tendo 16 mísseis – tal como os Vanguard – R-29RМU2 Sineva y R-29RMU2.1 Lainer, cujas últimas versões excedam o peso útil do Trident II. No entanto, estes mísseis russos usam combustível líquido e a 'Forbes' estima que isso complica “significativamente” a operação submarina e reduz a segurança.
Contudo, em 1991 o submarino K-407 Novomoskovsk desta classe estabeleceu um recorde ainda imbatível quando, durante a Operação Beguemot-2, disparou ininterruptamente todos os seus mísseis com um intervalo mínimo entre cada disparo: um total de 16 mísseis de 40 toneladas.
© AFP 2021 / MARCEL MOCHET5.º: Classe Triomphant (França)
A França colocou em serviço os submarinos Triomphant em 1997 e agora tem quatro submarinos dessa classe, mas apesar de aparecer atrás de seus concorrentes, não os supera em nada.
Além disso, os três primeiros exemplares possuíam um bastante fraco míssil de múltipla reentrada M-45, capaz de transportar apenas seis ogivas nucleares, e tem alcance de 6.000 quilômetros – apenas a quarta unidade Triomphant pode transportar mísseis com um alcance máximo de 9.000 quilômetros – enquanto projéteis rivais podem viajar cerca de 10.000 quilometros e transportar até 10 ogivas.
Quanto ao custo, a situação é ainda pior: o último desta série submersível custou US$ 3,1 bilhões, um valor sem precedentes para submarinos estratégicos de terceira geração, considerando que as suas características deixam muito a desejar.
Submarino classe Triomphant (França) - Sputnik Brasil
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5.º: Classe Triomphant (França)
A França colocou em serviço os submarinos Triomphant em 1997 e agora tem quatro submarinos dessa classe, mas apesar de aparecer atrás de seus concorrentes, não os supera em nada.
Além disso, os três primeiros exemplares possuíam um bastante fraco míssil de múltipla reentrada M-45, capaz de transportar apenas seis ogivas nucleares, e tem alcance de 6.000 quilômetros – apenas a quarta unidade Triomphant pode transportar mísseis com um alcance máximo de 9.000 quilômetros – enquanto projéteis rivais podem viajar cerca de 10.000 quilometros e transportar até 10 ogivas.
Quanto ao custo, a situação é ainda pior: o último desta série submersível custou US$ 3,1 bilhões, um valor sem precedentes para submarinos estratégicos de terceira geração, considerando que as suas características deixam muito a desejar.
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