Defensoria Pública boliviana acusa autoridades chilenas de racismo

© AFP 2022 / ODD ANDERSENPresidente bolivariano Evo Morales durante a conferência de imprensa em conjunto com a chanceler alemã Angela Merkel, Berlim, Alemanha, 4 de novembro de 2015
Presidente bolivariano Evo Morales durante a conferência de imprensa em conjunto com a chanceler alemã Angela Merkel, Berlim, Alemanha, 4 de novembro de 2015 - Sputnik Brasil
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As autoridades chilenas cometeram atitudes racistas e discriminatórias contra dois militares e sete funcionários aduaneiros que estão presos em Iquique, no norte do Chile, disse nesta segunda-feira (8) o Defensor Público boliviano Juan Carlos Ballivián.

Ballivián advertiu que as autoridades chilenas não só violaram os direitos humanos ao prender os bolivianos como também "cometeram crimes de racismo e discriminação".

No fim de semana, o presidente Evo Morales denunciou que a mãe de um dos presos foi proibida de visitar seu filho com sua pollera, veste típica das mulheres indígenas bolivianas.

"Pedimos ao governo do Chile que abandone essas atitudes", disse Ballivián.

Os bolivianos foram detidos enquanto trabalhavam na fiscalização de caminhões chilenos na zona limítrofe entre os dois países, no dia 19 de março.

O representante da Defensoria insistiu que a situação deve ser resolvida pela via diplomática e lamentou que o caso tenha adquirido contornos políticos.  Em 17 de maio, representantes da Defensoria Pública irão visitar os presos em Iquique.

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