Poroshenko: UE deve impor sanções à Rússia por suas ações em Aleppo

© Foto / Presidência da Ucrânia / Mikhail PalinchakPyotr Poroshenko, presidente da Ucrânia
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O presidente da Ucrânia, Pyotr Poroshenko, realizou uma conversa telefónica com o chefe do Conselho Europeu, Donald Tusk; os dois políticos coordenaram suas posições na véspera da reunião do Conselho em Bruxelas, informou o site do líder ucraniano. Poroshenko também propôs introduzir novas sanções contra a Rússia devido à situação em Aleppo.

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Anteriormente foi informado que a cúpula dos chefes de Estado da UE irá discutir, em 15 de dezembro, o projeto do acordo de associação UE-Ucrânia para abrir o caminho para a sua ratificação completa, que agora está sendo bloqueada pela Holanda, país onde a maioria da população votou contra o documento no referendo.

Segundo disse o serviço de imprensa do presidente ucraniano, Tusk afirmou a Poroshenko que "irá fazer tudo o possível para a ratificação do Acordo de Associação entre a Ucrânia e a UE, bem como contribuir para abolir o regime de vistos com a Ucrânia".

Além disso, as partes discutiram as sanções europeias contra a Rússia. Porosheko sublinhou que conta com a continuação das restrições devido ao "não cumprimento dos Acordos de Minsk pela Rússia".

O presidente da Ucrânia também frisou que está preocupado com a situação humanitária em Aleppo e declarou que, por "tais ações", Moscou "merece mais sanções".

A UE tem prolongado regularmente as sanções contra Moscou introduzidas devido à situação na Ucrânia. 

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Ao mesmo tempo, o Kremlin acha que relacionar as sanções com a realização dos Acordos de Minsk é um absurdo porque a Rússia não é parte do conflito ou sujeito dos acordos sobre a regularização da situação na Ucrânia.

Segundo admitem os próprios políticos europeus, a prorrogação das sanções não é uma questão unânime. Alguns países da Europa — Hungria, Grécia, Chipre, Espanha e Itália — estão a favor da normalização o mais breve possível das relações com Moscou.

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