Em Aleppo, 'pessoas recebem militares sírios como heróis' (FOTOS)

© Sputnik / Ali Hassan Soldados sírios com civis que voltaram a Aleppo
Soldados sírios com civis que voltaram a Aleppo - Sputnik Brasil
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O representante do ministério sírio para a reconciliação em Aleppo, Fadi Ismail, falou à Sputnik sobre situação atual na parte oriental de Aleppo.

"Os extremistas ocupam 3-4 quilômetros quadrados, ou seja, 2% do território da cidade que eles controlavam antes. Não sabemos ao certo quantos jihadistas há lá, mas de acordo com as nossas estimativas não serão mais de 1,5 mil. Se contarmos com mulheres e crianças, teremos cerca de 6 mil pessoas. Eles detêm 30 ou 40 mil civis, não mais, o território não é grande."

© Sputnik / Ali Hassan Civis voltam para Aleppo
Civis voltam para Aleppo - Sputnik Brasil
Civis voltam para Aleppo

Ele lembrou que o governo sírio propôs várias vezes aos extremistas para entregar as armas em troca de indulto.

No que diz respeito às notícias de alguma mídia de que o exército sírio bombardeia as casas de civis e faz linchamentos, o interlocutor da Sputnik Árabe disse que essas notícias são divulgados pelas mídias britânicas e americanas e não têm fundamento.

© Sputnik / Ali Hassan Soldados síros ajudam as pessoas
Soldados síros ajudam as pessoas - Sputnik Brasil
Soldados síros ajudam as pessoas

"Se tais incidentes tivessem tido lugar verdadeiramente, eu saberia deles. Ficariam algumas provas, fotos, vídeos ou algumas coisas mais. Na realidade é tudo ao contrário. Quando os militares sírios entram, as pessoas os saúdam como heróis", disse Fadi Ismail.

O exército sírio ajuda ativamente as pessoas que ficaram sem abrigo em Aleppo.

© Sputnik / Ali Hassan Soldados acolhem pessoas nas áreas libertadas de Aleppo
Soldados acolhem pessoas nas áreas libertadas de Aleppo - Sputnik Brasil
Soldados acolhem pessoas nas áreas libertadas de Aleppo

"O governo forneceu às pessoas campos temporários, depois eles terão casas verdadeiras. Cada pessoa se pode dirigir a este centro e receber tudo o que precisa: comida, vestuário, medicamentos, alimentação, temos de tudo. As pessoas não passam necessidades. Tudo é feito por conta do governo sírio", concluiu Fadi Ismail.

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