Ministro belga: UE deve participar da resolução da crise síria junto com EUA e Rússia

© AFP 2022 / GEORGE OURFALIAN Cidade de Aleppo na Síria (foto de arquivo)
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A UE deve ser mais ativa na resolução da crise síria, disse o ministro das Relações Exteriores da Bélgica na segunda-feira.

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A União Europeia deve participar mais ativamente da resolução da crise síria e não apenas monitorar as medidas tomadas pela Rússia e pelos Estados Unidos, disse o ministro das Relações Exteriores da Bélgica na segunda-feira (14).

A União Europeia deve assumir a sua posição a respeito da procura de uma solução política para a Síria: "Este será o principal objetivo para os próximos meses, de forma a garantir que as discussões ocorram não só entre Washington e Moscou, mas que a União Europeia também seja envolvida na questão", disse Didier Reynders aos jornalistas antes da reunião dos ministros das Relações Exteriores da UE.

Em outubro, a chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, visitou o Irã e a Arábia Saudita para manter negociações sobre a resolução da crise síria.

A guerra civil na Síria entre as forças governamentais e numerosos grupos rebeldes, incluindo grupos abertamente terroristas como o Daesh e a Frente Fatah al-Sham (também conhecido como Frente al-Nusra), já dura por cinco anos, tendo resultado em centenas de milhares de mortos.

Em 9 de setembro, a Rússia e os Estados Unidos chegaram a acordo para o processo de paz na Síria. O acordo de cessar-fogo, que entrou em vigor em 12 de setembro, devia durar pelo menos sete dias para serem tomadas as medidas seguintes, mas acabou por fracassar.

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