Hillary: Rússia e China não são páreos para os EUA

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A candidata à Presidência dos EUA pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, defendeu o papel “exclusivo” e “insubstituível” dos EUA para a ordem mundial em um artigo de campanha publicado pela revista Times.

A ex-secretária de Estado confessou que a ideia da “exclusividade” americana ditou suas escolhas ao longo de toda a sua carreira política. Clinton tem a certeza de que os EUA são “um país insubstituível, visto por todos como um líder”.

Na sua opinião, o segredo desse privilégio reside nas alianças dos EUA, que, em hipótese alguma, devem ser deixadas de lado.

“Rússia e China não podem se comparar conosco” – garante Clinton. Nas suas palavras, os americanos são “capazes de se sobrepor a todos nesse mundo”. Reforçando essa tese, a candidata acredita que muitas pessoas do mundo gostariam de se tornar cidadãos dos EUA.

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Clinton escreve ainda, que o elemento central dessa exclusividade são os “valores” defendidos pelos EUA, incluindo a defesa dos direitos humanos, direitos de comunidades LGBT, de minorias religiosas, étnicas, das mulheres, de pessoas com deficiência e, em geral, de todos aqueles que procuram viver em paz. Nas suas palavras, os demais países tomam os EUA como um exemplo nesse sentido.

“Impelimos nós mesmos e outras nações ao aperfeiçoamento” – acredita Clinton. Nesse sentido, segundo ela, os EUA têm o fardo de manter o seu papel de líder mundial, a fim de evitar o vácuo que encorajaria inimigos e abalaria seus aliados.

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Apesar disso, Clinton acredita que pessoas de outros países também podem sentir orgulho nacional. Na sua opinião, os outros países têm responsabilidades que os motivas a ajudar os EUA na solução de problemas globais. “No entanto, os EUA têm a insuperável capacidade de ser a força da paz, do progresso e da prosperidade em todo o mundo” – conclui Clinton.

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