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Direitos Humanos da ONU reprova assassinato de candidato em Góias

© Jota Eurípedes/Vice-Governadoria de GoiásJosé Eliton (de azul no centro) e o candidato José Gomes da Rocha (de vermelho) na carreata
José Eliton (de azul no centro) e o candidato José Gomes da Rocha (de vermelho) na carreata - Sputnik Brasil
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A agência regional da América do Sul da ONU para Direitos Humanos (Acnudh) condenou o atentado à tiros, que levou a morte do candidato José Gomes da Rocha a Prefeitura de Itumbiara, em Goiás.

Polícia Federal em operação - Sputnik Brasil
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PF investiga: Em menos de 24 horas mais atentados contra candidatos às eleições
O candidato e um Policial Militar foram mortos em campanha eleitoral durante uma carreata na quarta-feira (28). Na ocasião, o vice-governador, que é secretário de Segurança do Estado, José Eliton também foi baleado, assim como outro funcionário da Prefeitura. 

Além de lamentar o ataque, o representante para América do Sul do Acnudh, Amerigo Incalcaterra pede resposta rápida das autoridades sobre o crime.

"Condenamos a morte do candidato e confiamos em uma rápida apuração, por parte das autoridades, dos motivos e as responsabilidades por trás do ataque."

Amerigo Incalcaterra disse que a agência da ONU está preocupada com os sucessivos casos de violência e assassinatos de políticos e candidatos nos últimos meses em várias regiões do Brasil. A ONU quer mais segurança para garantir um pleito tranquilo no domingo (2). "Esperamos que, durante as eleições de domingo, e também no segundo turno, prevaleça um clima de paz e respeito aos direitos humanos. Só assim é possível resguardar o direito da cidadania de escolher seus representantes e, em última instância, garantir a democracia."

O Ministro da Justiça, Alexandre de Moraes disse nesta sexta-feira (30), que até o momento as investigações da Polícia Federal sobre o assassinato do candidato a prefeitura de Itumbiara, apontam que o atentado não foi um crime eleitoral, mas sim uma vingança. "No momento, tudo leva a crer que não foi um crime eleitoral, foi um crime passional, uma vingança, uma raiva, mas nós estamos acompanhando. Lá em Itumbiara, por minha determinação ficaram três delegados e mais quatro equipes, em torno de 20 membros da Polícia Federal, que vão ficar até as eleições no domingo (2). Se surgir alguma questão que liga a crime eleitoral, nós vamos assumir o caso como determina a lei, trabalhando em conjunto com a Polícia Civil."


 

 

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