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Apesar das denúncias, WADA garante que não será dissolvida

© AP Photo / Bernat ArmangueWADA
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O presidente da Agência Mundial Antidoping (WADA), Craig Reedie, desmentiu hoje (21), em entrevista à imprensa russa, os boatos sobre a possível dissolução de sua organização em decorrência do escândalo de doping envolvendo a Rússia e das recentes denúncias de uso de doping por atletas americanos.

A informação sobre mudanças estruturais da agência foi divulgada hoje mais cedo pelo jornal britânico Guardian, após uma reunião da diretoria da WADA em Lausana, na Suíça.

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"Não. Ninguém me passou tais informações" – disse Reedie, respondendo à pergunta sobre possível dissolução da WADA e a criação de uma nova agência antidoping em seu lugar.

Ele destacou que a comunidade esportiva precisa de uma agência forte e independente para combater o doping, e garantiu que WADA continuará cumprindo este papel.

"Todos entendem que a aliança entre o esporte, os governos e a WADA funciona bem, o movimento olímpico defende a sua manutenção. As coisas que Guardian escreve são uma boa discussão midiática de que nós evoluímos como uma só organização. Para realizar um bom trabalho antidoping com os atletas é necessária uma boa agência responsável e independente. E é exatamente assim que será a WADA" – explicou Reedie.

Ele destacou ainda que a WADA dispõe de provas, e não apenas de indícios, sobre o uso de doping por atletas russos, e que essas provas deverão ser apresentadas no final de outubro através de um relatório completo da comissão independente do advogado canadense Richard McLaren.

A WADA recomendou em julho passado ao Comitê Olímpico Internacional (COI) e ao Comitê Paralímpico Internacional (CPI) que ambas as seleções russas fossem afastadas dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, depois de conhecer o relatório da comissão independente do advogado canadense Richard McLaren, que havia confirmado as denúncias sobre um extenso programa de doping apoiado pelas autoridades russas.

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Em 14 de setembro, hackers do grupo Fancy Bears publicaram documentos secretos denunciando WADA de encobrir o uso de substâncias proibidas por grandes atletas americanas, como as tenistas Serena e Venus Williams, a ginasta Simone Biles e a jogadora de basquetebol Elena Delle Donne.

As denúncias reforçaram ainda mais os já existentes apelos da comunidade esportiva internacional a favor da substituição da WADA por uma nova agência mundial de controle de doping.

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