AntiBellingcat: investigação do abatimento de MH17 continua

© REUTERS / Maxim ShemetovRestos do Boeing 777 da Malaysia Airlines, no leste da Ucrânia
Restos do Boeing 777 da Malaysia Airlines, no leste da Ucrânia - Sputnik Brasil
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Muitos portais da mídia russa estão revelando relatórios AntiBellingcat. A edição online Segodnya divulgou a segunda parte da coletânea "Falsificação de fontes abertas sobre o MH17: dois anos depois" em russo e inglês.

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Isto é a resposta do grupo de bloggers russos ao relatório final do Bellingcat, de 15 de julho de 2016, que contém alusões à conivência da Rússia com a catástrofe. As matérias dos especialistas russos mostram de modo patente que os documentos, vídeos, fotos e depoimentos do grupo Bellingcat são uma completa falsificação.

Aleksandr Takhezulakhov, vice-chefe das Tropas de Defesa Antiaérea da Rússia de 2005 a 2009, comenta a situação para a emissora RT.

Segundo o especialista, o abatimento do Boeing malaio do voo MH17 foi mesmo realizado por um míssil Buk, porque o avião voava a uma altitude em que não podia ser atingido por outros sistemas.

"O uso deste sistema contra um avião civil pode ser uma ação planejada ou uma casualidade trágica. Eu acho que deve ter sido provavelmente um acaso", disse o especialista.

Ele destacou que fosse qual fosse a condição em que estava nesse momento o Exército Ucraniano, qualquer pessoa pode cometer um erro, é o famigerado fator humano.

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O local de lançamento do míssil foi supostamente o povoado de Zaroschenskoe, mas, segundo Aleksandr Takhezulakhov, ninguém pode dizer que forças controlavam esse local naquele tempo. Todavia, segundo dados de fontes abertas, naquele tempo o Exército Ucraniano controlava esse povoado.

Os Estados Unidos tinham dito que souberam exatamente o que aconteceu com o MH17, mas dois anos já passaram e as provas não foram divulgadas. O analista julga que se isso acontece é porque alguém precisa disso. Parece que o lado ucraniano precisa disso.

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