Bolívia espera fechar 2016 como o país de maior crescimento econômico da América do Sul

© Noah Friedman/ ABIEm ritual indígena, Evo Morales celebra permanência no governo da Bolívia
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O governo boliviano espera fechar o 2016 como o país que mais cresce na América do Sul, disse o presidente Evo Morales.

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"Meu grande desejo é terminar este ano como o país de maior crescimento econômico na América do Sul", disse o presidente.

Os dados divulgados neste terça-feira pelo Banco Central da Bolívia indicam que o país pode fechar o ano com 5 por cento de crescimento do seu Produto Interno Bruto (PIB), apesar da crise no setor agrícola.

"Nós não estamos em uma crise econômica", disse Morales em uma coletiva de imprensa no Palácio do Governo, ao comentar críticas do setores da oposição e de empresários, que expressaram preocupação com o estado da economia boliviana.

O presidente reconheceu que a seca afetou o setor agrícola e forçou o governo a autorizar a importação de cem mil toneladas de milho para aliviar a crise agrícola.

Empresários do setor se queixaram de terem amargado perdas superiores a 500 milhões de dólares somente este ano.

Morales disse que, apesar da seca ter afetado os produtores, isso não vai afetar o fornecimento de alimentos no mercado interno.

Em 2 de agosto, o governo boliviano aprovou uma dezena de decretos para aliviar a crise enfrentada pelo setor agrícola.

O Instituto Nacional de Estatística (INE), publicará em outubro os números oficiais referentes ao crescimento econômico na Bolívia.

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