'Ocidente não queria colapso da União Soviética'

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Homem com a bandeira da União Soviética na praça no centro de Moscou, Rússia (foto de arquivo) - Sputnik Brasil
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Os países ocidentais, em particular, os EUA, a França e a Alemanha, não tinham interesse no colapso da URSS, disse o ex-diplomata, jornalista e escritor, Boris Pankin.

"O Ocidente, digamos, os EUA, Alemanha e França primeiramente não tinham interesse no colapso da União Soviética. Havia uma razão principal – as armas nucleares", disse Pankin em entrevista à agência de notícias russa RIA Novosti.

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Segundo ele, a presença de armas nucleares na União Soviética significava que estava em vigor um sistema de acordos, que a União Soviética era o país onde "onde havia responsabilidades, havia acordos em vigor" e quando todos sabiam "quantas ogivas cada um tem, de que tipo, onde estão guardadas e como reduzi-las em número".

O colapso da União Soviética e as consequências ocasionadas pela desintegração da potência nuclear.

"E de imediato o país soviético se desintegra, e surgem, pelo menos, mais três potências nucleares: a Bielorrússia, a Ucrânia e o Cazaquistão que não estavam limitadas por nenhuns acordos. Isso os assustava muito", disse Pankin.

Em 1991, Boris Pankin tornou-se o único embaixador que abertamente manifestou-se contra a Camarilha dos Oito, quando tentaram organizar um golpe de Estado contra Mikhail Gorbachev em agosto de 1991.

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