'Ocidente já não apoia Kiev de forma tão incondicional'

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O Ocidente está desanimado com as últimas ações de Kiev e não está disposto a apoiar as autoridades ucranianas tão incondicionalmente como antes, disse o presidente do Comitê Internacional do Conselho da Federação, comentando a conversa telefônica entre o vice-presidente dos EUA e o líder ucraniano.

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Joe Biden, vice-presidente dos EUA apelou no final da conversa a Kiev para que evite a escalada da tensão com a Rússia. Os EUA pediram a mesma coisa à parte russa.

"As conversas telefônicas de Biden com Poroshenko e Mogherini com Klimkin [ministro do Exterior ucraniano] sobre a Crimeia, embora não sejam muito claras, dão indícios de que o Ocidente está desanimado com as últimas aventuras de Kiev, desanimado e não está disposto a apoiar as autoridades ucranianas de forma tão incondicional como acontecia antes", escreveu Konstantin Kosachev na sua página do Facebook.

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A formulação dos Estados Unidos de que "todas as partes devem promover a redução da tensão", Kosachev chamou de "passo em frente" em comparação com as declarações anteriores de "estamos do vosso lado, a Rússia é culpada de tudo".

"Essas conversas, pela primeira vez, não se parecem a uma demonstração imprudente de solidariedade antirrussa", diz o parlamentar.

O político sugeriu que "chegará o tempo em que o Ocidente terá a sabedoria e a coragem de chamar as coisas pelos seus nomes" e dará "uma exaustiva pormenorização das práticas de terrorismo de Estado".

Na quarta-feira (10) o Serviço de Segurança da Rússia informou ter evitado atos de sabotagem junto à fronteira que separa a Crimeia da Ucrânia, organizados pela Direção Principal de Inteligência do Ministério da Defesa da Ucrânia. Durante a detenção foram mortos dois militares russos.

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