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Analista: países envolvidos nas negociações sobre mar do Sul da China precisam de esfriar

© AFP 2021 / STRCidade de Sansha na ilha de Yongxing, também conhecida como ilha de Woody, no Mar do Sul da China
Cidade de Sansha na ilha de Yongxing, também conhecida como ilha de Woody, no Mar do Sul da China - Sputnik Brasil
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Negociações bilaterais frutíferas sobre o mar do Sul da China são do interesse tanto de Pequim como de Manila.

No início deste mês, o Tribunal Permanente de Arbitragem de Haia, na Holanda, decidiu contra a China na disputa do mar do Sul da China.

Dr. John Short, analista político e professor de Políticas Públicas da Universidade de Maryland, declarou à Sputnik que as negociações bilaterais entre Pequim, Manila e outras partes do litígio serão mais eficazes a médio e longo prazo.

"Temos que esperar um esfriamento, especialmente <…> na China, onde as pessoas podem dizer, 'não tenho certeza se esta política tem ajudado nossa posição internacional’", notou Short.

© Foto / Wikipedia/Voice of AmericaO mapa dos territórios em disputa no mar do Sul da China
O mapa dos territórios em disputa no mar do Sul da China - Sputnik Brasil
O mapa dos territórios em disputa no mar do Sul da China

O mar do Sul da China é uma região altamente contestada entre países asiáticos. Através desse mar passam anualmente cerca de US$ 5 trilhões em comércio internacional. Além da China e Filipinas, também foram feitas reivindicações territoriais por Vietnã, Malásia, Taiwan e Brunei.

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Estes países são membros da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). No entanto, os EUA são mais uma parte interessada na região. John Short explica, que como única superpotência do mundo, os EUA estão melhor equipados do que ASEAN para combater a China.

"A ASEAN não pode ser um contrapeso às reivindicações da China, enquanto que os EUA definitivamente podem. <…> A posição norte-americana é um pouco inferior porque eles não serem signatários da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, mas mesmo assim eles se vêm a si mesmos como um contrapeso à China."

Muitos países fazem reivindicações das reservas de petróleo e gás na área e milhões de cidadãos comuns ainda ganham a vida com a pesca no mar do Sul da China.

"Este é um jogo de resultado zero, se você construir uma ilha em um atol de coral e colocar nele uma pista de aviação, será difícil negociar isso sem alguém perder a face", concluiu o especialista.

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