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ASEAN não obedece aos EUA e mostra sabedoria

© AP Photo / Joshua PaulO chanceler russo Sergei Lavrov (à esquerda) falando com o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, antes da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN).
O chanceler russo Sergei Lavrov (à esquerda) falando com o secretário de Estado dos EUA, John Kerry, antes da cúpula da Associação de Nações do Sudeste Asiático (ASEAN). - Sputnik Brasil
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China e ASEAN estão conversando sobre as ilhas inabitadas do mar do Sul da China. Os analistas dizem que a Associação tem razão em não se posicionar ao lado dos EUA, porque isso seria um verdadeiro suicídio para a organização.

Cidade de Sansha na ilha de Yongxing, também conhecida como ilha de Woody, no Mar do Sul da China - Sputnik Brasil
ASEAN não chegou a acordo sobre mar do Sul da China
Os Estados Unidos apelaram aos países-membros da ASEAN — Associação de Nações do Sudeste Asiático — para chegarem a um consenso e aprovarem uma declaração conjunta sobre a decisão anti-chinesa do TPA (Tribunal Permanente de Arbitragem) em Haia sobre o mar do Sul da China, conforme se lê numa declaração do Departamento de Estado dos Estados Unidos.

Viktor Sumsky, chefe do centro da ASEAN do Instituto Estatal de Relações Internacionais de Moscou, comenta a situação numa entrevista à Sputnik, dizendo que a melhor decisão é aquela que tomou a ASEAN – não fazer nenhuma declaração:

"Se a ASEAN em geral, não só os membros independentes, se inclinar para um lado – da China ou dos EUA, isto significará que a Associação perdeu sua neutralidade e sua posição central".

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Especialista russo: Pequim pode instalar sistema antiaéreo no mar do Sul da China
O especialista pensa que se tornou claro que um dos objetivos dos EUA na região é consolidar a ASEAN contra a China e torná-la uma parte da frente anti-chinesa na Ásia Oriental.

Outro especialista, Shen Shishun, do Centro de Pesquisas do Pacífico Sul do Instituto de Problemas Internacionais, considera:

"O fato de na declaração conjunta da ASEAN não haver nenhuma menção à decisão da arbitragem de Haia corresponde aos interesses da paz e estabilidade na região. A decisão da arbitragem não ajuda resolver a crise, mas agrava a tensão. Isto significa que não poderá trazer nenhum resultado".

Ele assinalou que os membros da ASEAN não querem que outros países de fora da região participem da resolução desta questão.

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