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Erdogan: Europa não está no direito de criticar Turquia pelo estado de emergência

© AFP 2021 / STR / TURKISH PRESIDENTIAL PRESS OFFICEPresidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (Arquivo)
Presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan (Arquivo) - Sputnik Brasil
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O presidente turco Tayyip Erdogan declarou nesta quarta-feira (20) que os países europeus não têm direito de criticar a Turquia por esta ter decretado estado de emergência após a tentativa fracassada de golpe no país.

“Os países europeus, que adotaram medidas similares após alguns pequenos atentados terroristas que não podem ser comparados com a ameaça com que se deparou o nosso país, não têm  direito de nos criticar pela decisão de decretar um estado de emergência” – disse Erdogan ao fim da reunião do Conselho de Segurança e do governo da Turquia.

A damaged window is pictured at the police headquarters in Ankara, Turkey, July 18, 2016 - Sputnik Brasil
Turquia terá três meses de estado de emergência
Durante esta reunião, foi decidida a instauração de um estado de emergência com validade de três meses, após a tentativa de golpe militar sofrida pelo país na última semana.

Erdogan destacou, no entanto, que os direitos, as liberdades e a democracia não serão afetados na Turquia com a introdução do regime, e que, os mesmo serão reforçados com a introdução do estado de emergência.

Mais cedo, o presidente turco disse que o seu governo considera a possibilidade de ter havido participação estrangeira no golpe militar frustrado em seu país.

Presidente turco Recep Tayyip Erdogan dá uma entrevista em Istambul - Sputnik Brasil
Erdogan: Outros países podem estar envolvidos no golpe na Turquia
Na última sexta-feira, militares rebeldes tomaram as ruas das principais cidades da Turquia na tentativa de derrubar o atual governo. Apesar do grande número de envolvidos e do impacto internacional dos acontecimentos, Erdogan e seus apoiadores conseguiram retomar o controle do país algumas horas depois do início do golpe.  

Ancara acusa o clérigo Muhammed Fethullah Gulen, que mora nos Estados Unidos, de ser o principal responsável pela tentativa de derrubada do regime. O sacerdote, no entanto, nega. Como resultado das ações dos últimos dias, cerca de 10 mil pessoas foram detidas e outras 50 mil foram demitidas ou suspensas de seus cargos por suspeitas de envolvimento com o golpe.

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