Merkel: Prolongamento de sanções contra Moscou é inevitável

© AFP 2022 / BERTRAND GUAY / Abrir o banco de imagensA chanceler alemã, Angela Merkel, com o presidente francês, François Hollande
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O prolongamento das sanções contra a Rússia depende da realização dos acordos de Minsk, afirmou nesta quarta (29) a chanceler alemã, Angela Merkel, em um briefing sobre os resultados da reunião do Conselho Europeu, em Bruxelas, citada pelo site da Comissão Europeia.

"Nós, o presidente francês François Hollande e eu, mais uma vez informamos hoje sobre o processo de implementação dos acordos de Minsk. E assim, indicamos que o prolongamento das sanções, infelizmente, de acordo com o grau de implementação é inevitável. Então, nada pode impedir o prolongamento das sanções", disse Merkel.

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Cabe mencionar também que, antes, os representantes permanentes dos países membros da UE concordaram em prolongar as sanções contra a Rússia, que deveriam terminar em 31 de julho, por outros seis meses. Agora a decisão dos parlamentares deve ser aprovada pelo Conselho da UE.

No entanto, três países do bloco (França, Reino Unido e Suécia) têm usado o direito de "reserva parlamentar", que envolve a coordenação da posição com os parlamentos locais. Mais tarde foi divulgado que, no último momento, a Itália apresentou uma exigência de incluir na resolução um parágrafo sobre a possibilidade de revisão das medidas restritivas contra Moscou no final de 2016.


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