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Nova deputada ucraniana Savchenko compara jornalistas a chacais

© AP Photo / Efrem Lukatsky / Abrir o banco de imagensMilitar e deputada ucraniana Nadezhda Savchenko fala com jornalistas ao retornar a Kiev
Militar e deputada ucraniana Nadezhda Savchenko fala com jornalistas ao retornar a Kiev - Sputnik Brasil
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Nadezhda Savchenko utilizou as palavras "cães e chacais" ao comentar a sua chegada ao aeroporto de Kiev, onde ela foi cercada por vários representantes da mídia.

Ao chegar ao seu país de origem, Savchenko saiu descalça do carro, enquanto a multidão gritava “Glória à Ucrânia». Os jornalistas logo cercaram a ex-presa e começaram a fazer-lhe perguntas, mas ela pediu para “respeitar o seu espaço pessoal” e deixá-la passar. 

“O mais pesado foi no aeroporto. O ataque louco dos jornalistas, porque os jornalistas, desculpe, vocês também são cães. Embora falem que é proibido tratar mal os jornalistas, vocês são chacais, estão prontos a lançarem-se a nós e a nos esfrangalhar”, disse Savchenko ao canal televisivo 112 Ukraina. 

Primeiro dia de trabalho começa no parapeito

Savchenko, que se tornou deputada da Suprema Rada em outubro de 2014, quando ainda estava detida na Rússia chegou à Rada (parlamento ucraniano) várias horas antes da sessão. Ela teve de esperar a abertura sozinha, apoiada no parapeito de granito no parque em frente.

Recém-libertada piloto militar Nadezhda Savchenko no aeroporto de Kiev - Sputnik Brasil
Ex-presa Savchenko está pronta a se tornar presidente da Ucrânia
Na sua primeira intervenção na Rada, Savchenko prometeu não se esquecer dos mortos em Donbass e acabou cantando o hino ucraniano.  Ao acabar de cantar, a deputada tirou da tribuna o cartaz com a sua imagem que tinha sido colocado no local enquanto ela esteve presa na Rússia.

Condenada a 22 anos de prisão na Rússia por ter morto dois jornalistas russos em Donbass e de passar ilegalmente a fronteira, Nadezhda Savchenko foi indultada por Vladimir Putin. No mesmo dia, dois russos presos anteriormente em Donbass e condenados a 14 anos de prisão na Ucrânia por terrorismo e indultados pelo presidente ucraniano, voltaram à Rússia.

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