Militante LGBT da embaixada dos EUA é assassinado em Bangladesh

© AFP 2022 / Rehman Asad / Abrir o banco de imagensXulhaz Mannan foi morto a facadas junto com um colega, por supostos extremistas islâmicos
Xulhaz Mannan foi morto a facadas junto com um colega, por supostos extremistas islâmicos - Sputnik Brasil
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Dois ativistas dos direitos dos homossexuais, incluindo um funcionário da embaixada dos Estados Unidos em Bangladesh, foram mortos a facadas nesta segunda-feira em Daca, na sequência de uma série de ataques contra militantes e professores laicos, segundo informaram as autoridades.

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Em declarações à AFP, o porta-voz da polícia da capital, Maruf Hossain Sorder, explicou que as duas vítimas estavam na companhia de outra pessoa quando foram surpreendidas por seis homens em um apartamento da cidade. Essa outra pessoa, também foi atacada, mas conseguiu sobreviver. 

O canal de TV Jamuna informou que os invasores entraram no local gritando "Allah akbar" (deus é grande), o que leva a crer que seriam extremistas islâmicos. Embora a polícia não tenha revelado as identidades das vítimas, ativistas do Bangladesh disseram que um dos assassinados seria o editor da revista Roopbaan (voltada para a comunidade gay), Xulhaz Mannan, que também trabalhava na embaixada norte-americana em Daca. O outro seria Mahbub Tonoy, membro do comitê executivo da mesma revista. 

"Eu estou chocada com o assassinato brutal de Xulhaz Mannan e de um outro jovem bengali nesta noite em Daca. Xulhaz era mais do que um colega para aqueles que tiveram a chance de trabalhar com ele na embaixada dos Estados Unidos. Ele era um amigo", afirmou a embaixadora  Marcia Bernicat através de um comunicado. 

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