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STF autoriza que Presidente da Câmara vote domingo na sessão do impeachment

© Valter Campanato/ Agência BrasilO presidente da Câmara, Eduardo Cunha, fala à imprensa no Congresso Nacional, sobre o encontro com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto.
O presidente da Câmara, Eduardo Cunha, fala à imprensa no Congresso Nacional, sobre o encontro com a presidenta Dilma Rousseff no Palácio do Planalto. - Sputnik Brasil
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O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, vai poder votar na sessão que analisa a admissibilidade do pedido de impeachment presidencial. O Supremo Tribunal Federal (STF) negou o mandado de segurança do deputado federal Jean Wyllys protocolado na sexta-feira(15), que pedia que Cunha fosse impedido de votar.

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Cunha: impeachment não tem como objetivo torná-lo vice-presidente
Segundo informações da Agência Brasil, no pedido, Jean Wyllys alegou que, conforme o regimento interno da Casa, Eduardo Cunha não pode votar, a não ser em caso de voto secreto ou em situação de empate. O deputado ainda chegou a citar reportagens nas quais o presidente da Câmara falou sobre sua posição ao adiantar que vai votar pelo impedimento.

Na decisão, o ministro do STF Celso de Mello alegou não reconhecer o mandado de segurança e considerou prejudicado o pedido de liminar.

Após decisão do STF, o deputado Wyllys disse em Plenário, ao falar de Eduardo Cunha, que está constrangido em participar de um processo de impeachment comandado por um “réu que se comporta como gângster”.

Em discurso, Jean Wyllys ainda afirmou que o processo de impeachment é um golpe e um ataque contra as eleições diretas. “A tentativa de perdedores ressentidos, conspiradores, traidores, da grande mídia, de forçar uma eleição indireta, ilegal e imoral não tem outro nome: é golpe, golpe parlamentar”.

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