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Opinião: É preciso diminuir a radicalização antes que surja o primeiro cadáver

© Daniel Isaia/Agência BrasilPorto Alegre - Manifestantes vão às ruas em ato contra o impeachment
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O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, defendeu a necessidade de mais diálogo para que se consiga conter a onda de intolerância que se espalha pelo país. O Deputado Paulo Teixeira (PT-SP) concorda e acrescenta: “Não se pode aceitar a divisão do país.”

Ao participar do Encontro de Artistas e Intelectuais em Defesa da Democracia, na quinta-feira, 31, no Palácio do Planalto, o Ministro Edinho foi enfático, ao afirmar a necessidade de acalmar os ânimos: “Antes que apareça o primeiro cadáver.” Edinho Silva disse que não se pode admitir que o país espere que surja uma pessoa morta em confrontos para então fazer diminuir o clima de radicalização.

“É preciso construir um ambiente sem intolerância. Se algo não for feito, não tenho dúvida de que isso vai ocorrer”, afirmou o ministro. Segundo ele, o Governo tem boa vontade para promover a pacificação. “A polarização pós-eleições extrapolou o campo político para legitimar toda forma de radicalismo e violência.”

Sobre o alerta feito por Edinho Silva, o Deputado Paulo Teixeira (PT-SP) acrescenta:

“Nós não podemos aceitar o que eu acho que é uma das estratégias do movimento golpista, que é dividir o país. Nós não podemos admitir que o movimento vá fraturando o país de tal sorte que as pessoas comecem a se agredir. Contra a agressão, nós temos que ter o diálogo. Acho muito sábia a palavra dele.”

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