EUA não cessarão de pressionar Rússia para devolver Crimeia à Ucrânia

© Sputnik / Sergey MalgavkoRetrato do presidente Vladimir Putin pintado sobre um muro em Yalta, na Crimeia
Retrato do presidente Vladimir Putin pintado sobre um muro em Yalta, na Crimeia - Sputnik Brasil
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Os EUA continuarão pressionando a Rússia para que devolva a Crimeia à Ucrânia, disse na quarta-feira (2) o embaixador norte-americano na Rússia, John Tefft.

“O objetivo das sanções é proteger a Crimeia, exercendo pressão sobre a Rússia para que ponha fim à ocupação e devolva a península à Ucrânia”, disse Tefft na página no Facebook da embaixada norte-americana na Rússia.

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Ao mesmo tempo, Tefft destacou que uma série de sanções anti-russas foram introduzidas contra indivíduos e empresas russos por causa das “ações ilegais da Rússia na Ucrânia”. “Estas sanções foram introduzidas de tal forma para que a política russa em relação à Ucrânia se altere e, ao mesmo tempo, para que reduzir o seu impacto sobre o povo russo”, disse o diplomata.

A Crimeia tornou-se de novo uma região russa depois de um referendo realizado ali em março de 2014, no qual a maioria dos habitantes da península votou a favor da reintegração na Rússia. As autoridades da Crimeia realizaram o referendo depois do golpe de Estado na Ucrânia de fevereiro de 2014, quando políticos solidários com as forças nacionalistas e russófobas chegaram ao poder. A Ucrânia ainda considera a Crimeia parte do seu território. O Ministério das Relações Exteriores russo declarou repetidamente que os habitantes da Crimeia votaram pela reintegração com a Rússia, o que plenamente corresponde ao direito internacional e à Carta da ONU e que a Rússia respeita esta escolha. Esta decisão é a realidade que deve ser tida em conta.

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