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Até eles admitem! Generais poloneses dizem que ‘Europa precisa da Rússia’

© Foto / Twitter/@RadiowaJedynka Former Polish army commander and ex-Deputy Defense Minister Waldemar Skrzypczak says that Poland and the Baltic states prepare for 'hybrid war' with Russia, while adding that NATO's combined military power comfortably exceeds the forces at Russia's disposal.
Former Polish army commander and ex-Deputy Defense Minister Waldemar Skrzypczak says that Poland and the Baltic states prepare for 'hybrid war' with Russia, while adding that NATO's combined military power comfortably exceeds the forces at Russia's disposal. - Sputnik Brasil
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O presidente russo, Vladimir Putin, analisa profundamente suas ações na política externa. Por isso, sempre alcança seus objetivos, afirma o general polonês Marek Dukaczewski. Seu colega general Waldemar Skrzypczak concorda e declara que tanto a Europa quanto os EUA precisam da Rússia para ajudar a resolver as questões de segurança global.

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Em entrevista à TV polonesa TVN 24, Dukaczewski, ex-chefe da inteligência e contrainteligência militar polonesa, e Skrzypczak, ex-vice-ministro da Defesa, parecem indicar que é hora de Varsóvia adotar uma postura amigável em relação à Rússia.

Questionado por sua entrevistadora sobre o que poderia ser feito para encerrar a chamada "agressão" russa na Ucrânia, Dukaczewski rebateu com outra pergunta:

"Senhora entrevistadora, meu colega chamou atenção com motivo para o fato de que o mundo é um lugar complexo. Por que não recebemos a reação que esperávamos na questão ucraniana? Porque os americanos têm problemas com o Daesh e com o Irã. Sem a Rússia, nem a primeira nem a segunda questão podem ser resolvidas. Os franceses também têm problemas e precisam da Rússia."

"No momento, nem estamos falando da Crimeia. Não estamos dizendo que a Crimeia deveria ser devolvida à Ucrânia. Não estamos falando nem de Donetsk e Donbass. Agora, estamos discutindo se a Rússia nos ajudará a solucionar o problema do Irã. A Rússia está armando o Irã e a Síria. Está construindo áreas inacessíveis a outros países. A Rússia está estabelecendo sua posição — e quer ser um ator estratégico, não apenas local", completou Dukaczewski.

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Abordado sobre a suspensão das sanções contra a Rússia por parte da Europa até o fim do ano, o general Skrzypczak apontou que "hoje, vem sendo dito que as sanções devem ser limitadas ou, como você disse, suspensas de uma vez, possivelmente no ano que vem. Em troca, os russos vão restabelecer sua força (econômica) e seu papel no mundo."

"A questão", sugeriu o general Skrzypczak, "é se o mundo precisa da Rússia. Acredito que o mundo precisa da Rússia, bastante, e o mesmo vale para os Estados Unidos porque a Rússia está adquirindo para si um grande fardo em relação ao que está acontecendo no Oriente Médio, isto é, participando da operação contra o Estado Islâmico (Daesh)."

"A Europa", frisou Skrzypczak, "olha para a Rússia diferentemente de como os poloneses o fazem. Isso acontece porque o Ocidente claramente vê que a Rússia está lidando de forma eficaz com os terroristas em uma campanha para destruí-los completamente. Sei que essa campanha vem sendo criticada porque houve mortes de civis, mas tenho uma pergunta: quando os americanos executam bombardeios, não há mortes de civis? É um problema constante. Os americanos estiveram no Iraque, no Afeganistão e também houve mortes de civis."

Ao ouvir de sua entrevistadora a teoria de que a operação aérea da Rússia não havia fortalecido a luta contra o Daesh, mas apenas fortalecido o regime de Assad e ameaçado Angela Merkel politicamente, o general Dukaczewski rebateu:

"É uma tese ambiciosa, mas é importante observar, principalmente, que Putin não guardou segredo sobre suas intenções. Ele seguidamente ressaltou que a posição de Assad deveria ser fortalecida em um momento em que todo o Ocidente dizia ‘Assad deve sair.’ Putin considerou que deve ser feito tudo possível para não repetir o erro cometida na Líbia, onde o coronel Muammar Kadhafi foi eliminado. De repente, os portões da Europa se abriram e agora temos imigrantes da África que antes estavam na Líbia."

 

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