Kerry visitará Ásia para tratar de disputas marítimas e Coreia do Norte

© REUTERS / Joshua RobertsJohn Kerry, secretário de Estado americano (EUA)
John Kerry, secretário de Estado americano (EUA) - Sputnik Brasil
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O secretário de Estado americano, John Kerry, está pressionando países asiáticos por resoluções pacíficas para as crescentes tensões marítimas e exigindo da China uma posição firme sobre o programa nuclear da Coreia do Norte depois da recente alegação de teste de bomba.

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Kerry deixou a Arábia Saudita neste domingo e planejou paradas em Laos, Camboja e China, mudando seu foco no momento em que ele encerra uma missão diplomática ao redor do mundo que começou na Suíça. A missão teve forte ênfase no Oriente Médio, particularmente no Irã, e em esforços pelo fim da guerra civil da Síria. 

Sua primeira parada é em Laos, sede atual da Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN, na sigla em inglês), cujos membros estão se tornando mais ativos em reclamações sobre a crescente assertividade da China em reclamações sobre competição no Mar da China Meridional. Kerry proporá à liderança do bloco que os membros apresentem um posicionamento unificado ao lidar com a China. 

A união da ASEAN não tem sido sempre possível, uma vez que a China exerce grande influência sobre alguns de seus vizinhos menores, como o Camboja. O país tinha uma cadeira da ASEAN em 2012, impediu o grupo de chegar a um consenso sobre o Mar da China Meridional e tem constantemente se alinhado com a China nesse tema. 

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No Camboja, espera-se que Kerry trate da economia em forte expansão, mas também demonstre preocupação com o autoritarismo do primeiro-ministro Hun Sen em temas de direitos humanos e liberdades individuais. 

A viagem será encerrada em Pequim, onde Kerry deverá renovar preocupações com o comportamento da China no Mar da China Meridional e pedir a líderes chineses que tomem mais ações para pressionar a Coreia do Norte a respeito de seu programa nuclear. 

Oficiais afirmam que os Estados Unidos acreditam que a pressão que a China exerceu até o momento não tem sido suficiente para mudar o comportamento do líder norte-coreano, Kim Jong Un. 

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