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Uruguai 'se arma’ para a luta contra o terrorismo

ENTREVISTA COM RICARDO CABRAL E
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O Governo do Uruguai anunciou a criação da Secretaria Nacional para a Luta Contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento do Terrorismo, diretamente subordinada à Presidência da República.

Para o Presidente Tabaré Vázquez, a criação desta Secretaria é a melhor forma de o Uruguai tornar claro perante o mundo suas preocupações com o combate ao terrorismo e principalmente com as suas fontes de financiamento.

Para Ricardo Cabral, professor de Relações Internacionais e colaborador da Escola de Guerra Naval, no Rio de Janeiro, a iniciativa do Governo do Uruguai “vem num momento muito delicado em que o mundo inteiro está preocupado com a expansão dos atos terroristas”.

Cabral diz que, além de estar se adequando a uma Resolução da ONU que conclama todos os países-membros a adotar medidas contra o terrorismo, o Uruguai tem razões de sobra para se preocupar, pois está muito próximo dos países que formam a Tríplice Fronteira (Brasil, Argentina e Paraguai), uma região que muitos analistas identificam como propícia à arregimentação de pessoas para organizações terroristas.

“Essa questão do financiamento do terrorismo faz parte da Resolução 1.373 do Conselho de Segurança da ONU, que visava justamente a impedir o financiamento do terrorismo, a coleta de fundos, e a tentar identificar e congelar os bens dos terroristas ou dos grupos ligados ao terrorismo. Foi uma primeira Resolução logo após os atentados do 11 de Setembro.”

O colaborador da Escola de Guerra Naval afirma ainda que a preocupação uruguaia é bem importante, e que vale a pena prestar atenção em como os uruguaios estão fazendo.

“Aqui na América do Sul, especificamente”, diz Ricardo Cabral, “existem acusações dos norte-americanos e do Serviço de Inteligência de Israel, de que [os terroristas] usam a área da Tríplice Fronteira – Brasil, Argentina e Paraguai – como área de homizio. No caso específico do Uruguai, do sistema financeiro, para lavar dinheiro, para limpar recursos. E aqui como área de homizio, como área de descanso, que permite, devido à série de recursos que existem nesses países, mudar de identidade, hibernar para ressurgir em outro lugar e praticar novos atentados.” 

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