Chancelaria da França nega possível intervenção direta na Líbia

© AFP 2022 / GUILLERMO LEGARIA / Abrir o banco de imagensManuel Valls, primeiro-ministro da França
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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da França, Romain Nadal, disse à Sputnik nesta sexta-feira que o premier francês, Manuel Valls, não estava considerando uma intervenção direta na Líbia quando destacou a possível necessidade de combater terroristas do Daesh (EI) no país africano.

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Mais cedo, Valls havia afirmado que os países que combatem o grupo extremista na Síria e no Iraque seriam forçados, em breve, a expandir suas operações para o território líbio.

"O primeiro-ministro não quis dizer que a França iria intervir diretamente na situação da Líbia", garantiu Nadal. "O Daesh está tirando vantagem dessa situação e expandindo sua presença por conta das discordâncias entre os dois governos, em Tobruk e Trípoli. É essencial que as forças políticas na Líbia se unam para enfrentar a ameaça imposta pelo Daesh". 

A França decidiu unir forças com a Rússia e intensificar os seus ataques contra posições terroristas na Síria depois de uma série de ataques jihadistas realizados em Paris e Saint-Denis no último dia 13 de novembro, que deixaram 130 mortos e cerca de 350 feridos. 

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